12 dezembro, 2010

E até que ponto pode se TORNAR traumatizante...

...para um homem tão lindo, sereno, inteligente, esbelto,  gracioso, musculoso, culto, simpático, charmoso e também tão fascinante quanto eu (Podia ter feito um simples copy-past do post anterior, mas como tinha de acrescentar o termo "fascinante" que ficou inexplicavelmente esquecido, optei por fazer tudo de novo..), que acossado pela maior das bênçãos que a mãe natureza pode dar ao ser-humano, que são eles os momentos em família, irrompe num sábado de manhã por uma pastelaria dentro, com a destreza de quem parece não ter digerido nada desde a hora que acordou (literalmente...), escolhe uma mesa, procura o jornal da casa enquanto a Jolie lá de casa vai ambientar-se com a casa de banho, e quando por fim mentaliza-se que não existe jornal nenhum, dirige-se ao balcão e produz-se o seguinte diálogo;

Pensador - Bom dia minha Senhora, não tem nenhum jornal da casa que possa ler?
Senhora - Sim, sim...está aqui! Só estava a ver a coisa do cão. Pode levar.
Pensador - ??????

E a resposta é:
Muito. Muitíssimo mesmo. Beaucoup de angustia! Bota "a lot" de traumatizante nisso!
Não recomendo esta experiência à ninguém...pelo menos até ao momento em que nos damos conta, que a "Coisa do Cão" não é mais nem menos do que uma notícia publicada no JN que narrava a história de um cão de raça Rottweiler que atacou uma avó e uma neta de cinco anos pelos lados de Esposende.

Porque no fim...
No fim sentimo-nos estúpidos claro!

Acho que estou a precisar de descansar a cabeça.

2 comentários:

NI disse...

Então eu estou cansada ao quadrado porque li o JN e não me lembro de notícia nenhuma do cão...

Francisco o Pensador disse...

hahahahaha...ainda andas pior do que eu!
:) bjs