Quem encontrar o carro da foto publicada em baixo na rua, pode riscá-lo, pintá-lo, graffitá-lo, furar-lhe os pneus ou até simplesmente mijar-lhe em cima, por favor? Sei que há pessoas que julgam que por terem um "maquinão", passam automaticamente a ser donas de pelo menos metade de Portugal, e ganham a pseudo-consciência de que podem fazer o que bem lhes apetecer, mas o dono deste AUDI precisa de saber que se em 1999 isto já foi considerado um bom carro (sei disso porque já tive um igual), presentemente ele não passa de outra charreta igual à minha (idem)...que, para além de não fazer muito mais do que embaraçar todas as outras que circulam na estrada, tem a grande agravante de ser um mau condutor, poluidor de ambientes e destruidor de vias públicas.
Choramos ao nascer porque chegamos a esse imenso cenário de dementes... (William Shakespeare)
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Pensamentos improdutivos do dia a dia...
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| Imagem da net |
Dizem que a sociedade portuguesa actual possui muito mais cultura e educação quando comparada com algumas do antigamente. Os jovens de hoje são muito mais educados e respeitosos, e defendem grandes causas, fazendo um total contraste com os "brutamontes", "cascas grossas" e "patos bravos" que a doutrina de Salazar supostamente cagou da 4ª classe para as ruas, numa altura em que existia uma realidade cultural muito diferente desta. Confesso que desconheço se tal afirmação é verdadeira ou não, já que, embora já esteja a viver a ternura dos quarenta, não sou suficientemente velho a ponto de saber tudo o que se fazia no tempo da Maria Cachucha, mas há determinadas factores que, infelizmente, não consigo deixar passar em claro e ofereço-me o pleno direito de criticar. Antigamente, quando era apenas um "menino" e entrava com o meu pai numa loja ou num café, via toda a gente retribuir o "bom dia" que o meu pai ofertava às pessoas ali presentes, mas, hoje, numa situação semelhante mas com outros intervenientes, quando se oferta um "bom dia" constato que agora...já ninguém responde. Está tudo rico. Está tudo bem servido e feliz. Ninguém precisa de nada e são todos demasiado importantes. Tão importantes como uma guitarra a tocar num enterro, ouso dizer, ou então, será simplesmente o fruto da educação e cultura que receberam que, por ser tão rica, grande, variada e recheada em conteúdo, já nem sequer dá para ser traduzida em palavras...
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