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Cristina Ferreira, a princesa do povo...

And it seems to me you lived your life, like a candle in the wind... 
 (E dá-me a parecer que tens vivido a tua vida, como se fosses uma vela ao vento...)

Imagem retirada da Net

Por terras de Queluz de Baixo, havia um desalentoso cenário de puro desanimo e consternação. Na Rua Mário Castelhano, nº 40, toda a armada tinha sido mobilizada e ninguém ousou faltar à chamada, ainda que, permanecessem incrédulos com tudo aquilo que acabava de acontecer. Cada rosto ali presente era ilustrativo da dor, raiva e tristeza, que reinava por toda a parte e unia aquele mar de gente. O mundo que conheciam ameaçava ruir, qual castelo de cartas exposto ao vento, e pouco mais ou até nada havia a fazer para conseguir salvá-lo. A sua queda era iminente. Subitamente, toda a alegria que ainda ontem rodeava toda aquela gente apagou-se que nem aquelas lâmpadas LED que-fundem-ao-fim-de-um-dia que muitas vezes compramos na loja do chinês. Toda a gente gritava. Toda a gente lamentava. Toda a gente chorava. Era um espectáculo deprimente e desolador. Mas de todos, era Manuel Luís Goucha quem mais despertava a minha atenção. De sapatos Rosa Choc, Blazer lilás e calça branca que deixava transparecer um String bege sensual e provocador, nada do que lhe foi dito conseguia tranquilizar a sua alma nem apagar a sua dor, que era notória e demasiado arrebatadora. Inconsolável, e visivelmente transtornado, sucumbiu à tristeza e procurou refúgio nos braços de alguém. Primeiro abraçou-se a Bruno Santos (Director Geral de antena) e chorou que nem uma coelhinha da Playboy depois de ter partido uma unha, o que obrigou o Bruno - pressionado perante a presença das câmaras - a ter que chorar também. Depois abraçou os dois pivôs José Alberto Carvalho e Pedro Pinto e voltou a deitar água pelo chafariz, num choro (quasi)sincronizado que só terminou quando um deles mostrou inadvertidamente o ranho que jazia no lenço da mão. Chorou na careca do Eduardo Beauté e depois nos ombros do amigo Luís Borges cuja cabeleireira ao melhor estilo "Afro" também foi aproveitada para limpar alguma caspa que tinha junto ao colarinho da camisa. Chorou no João, chorou no Miguel, chorou no Pedro, e chorou no José. Chorou com todos eles, e todos eles choraram juntamente com ele, uns por tristeza, outros por educação e outros ainda que, por ver tanta choradeira junta, acabaram por chorar sem ter qualquer intenção. Choravam, choravam, e choravam...e fugiam logo depois, na primeira oportunidade que lhes permitissem fugir. E quando o Manuel Luís Goucha percebeu, por fim, de que já só havia mulheres à volta dele e mais nenhum outro homem nas imediações com quem partilhar um abraço...pôs-se a chorar com mais afinco e depois disso nunca mais se calou. Paulo Cardoso, de entre todos o mais discreto, desdobrava-se em previsões, de entre as quais a mais perceptível e verdadeira pareceu ser: "Isto agora vai ser uma merda!". A Michelle Fannon, por sua vez, depois de ter invocado a compaixão dos astros e lido algumas cartas de Tarot, atirou as "Cartas da Alma" todas para o ar, de tão inúteis que mostravam ser e tão massacrada que estava pelo desgosto. O destino estava traçado e era terrível. Tão terrível que preferiu nem sequer olhar para ele. Os dados estavam lançados e a noticia era demasiado fraca de engolir. E num momento raro de pura resignação, enfrentaram todos - juntos - a triste realidade que o destino lhes deu. Tinha morrido a Lady Cris Tininha, a princesa do povo, rainha da TVI...

Agora chora Portugal....

(Ps: Julia Pinheiro que seguia atrasada para as manhãs da SIC e que, inadvertidamente, viu-se presa naquela confusão, esqueceu por momentos a sua aflição, e, envolvida pela tristeza do Goucha, num gesto puramente altruísta decidiu retirar o megafone da boca, pousou-o dentro do carro e foi ao encontro do seu melhor amigo de sempre, que beijou na face e abraçou dizendo: "Deixa-lá, meu grande amigo, não chores mais, bem sabes que ela agora está num sitio muito melhor"...)

Bem vindos ao inferno.

Imagem da Net

E poucos meses decorridos após a tragédia de Pedrógão Grande que, como bem se lembram, matou 64 pessoas devido aos incêndios, eis que volta a acontecer uma nova tragédia em Portugal como resultado dos 523 fogos florestais que fustigaram o nosso país no dia de ontem e à custa dos quais já morreram 35 pessoas até agora. Já não tenho palavras para descrever tudo isto, chega até a parecer ser demoníaco o que está a acontecer à nossa volta. Demoníaco, que melhor palavra podemos nós utilizar senão essa para descrever todos estes horrores. Isto não pode ser apenas obra do acaso, tem que haver mais qualquer coisa nesta história que ainda não foi devidamente sinalizada. Pedrógão Grande pode ter parecido uma ironia maldosa do acaso e o resultado de uma série de factores que estavam destinados a correr mal mas 523 incêndios num só dia parece ser uma acção demasiado concertada para que possa ser considerada uma simples coincidência. Até parece que as pessoas estão a ser caçadas através do fogo e que estão a ser conduzidas para autênticas emboscadas mortais. Se nunca tivemos até agora qualquer tipo de historial de mortes provocadas por incêndios sem ser alguns bombeiros heróis que por vezes acabavam por sucumbir ao cansaço e à inalação excessiva do monóxido de carbono, como é possível que hoje em dia possa haver tanta gente a morrer por causa deles? Sim o governo tem culpa, sim a protecção civil tem culpa, a SIRESP tem culpa, a própria sociedade inteira tem culpa, mas mesmo tudo isto junto não consegue explicar tudo. Na minha opinião acho que temos estado a analisar este problema de uma forma demasiado errada. Achamos sempre que os incêndios são o resultado de mãos criminosas, de pessoas doentes, pirómanos e esquizofrénicos que sofrem de problemas mentais e que, por não haver uma legislação adequada, acabam sempre por ser considerados inimputáveis e são libertados poucas horas após terem sido presos. Até agora achamos sempre que cada um deles age por conta própria, sem premeditação, e que não existe qualquer tipo de relação nem nenhuma acção coordenada entre eles. Mas a pergunta que por vezes me coloco é muito simples: E se existir? E se viermos a descobrir que todos estes fogos florestais tem um propósito bem mais forte e fazem parte de um plano muito bem definido? Quero evitar levar isto para o campo religioso mas tudo aquilo que tem acontecido até hoje tem demasiadas características que combinam demasiado bem com a potencial presença de uma seita satânica. E se na doutrina deles o mundo será consumido pelas chamas quando chegar o dia do juízo final, acho que podem tirar facilmente as vossas conclusões...e elas não devem ser muito diferentes das minhas...

O "Cabo" das tormentas...

Ontem, quando procurava na Net mais informações sobre a queda da árvore centenária no Funchal, deparei-me com esta noticia do DN que mostrava as imagens de um video amador que filmou o momento em que a árvore caiu e que relatava ter havido testemunhas a indicar que a dita árvore estaria presa com cabos de aço e que o tronco estava oco. Informações essas que também foram confirmadas pelo site do jornal "Expresso" no dia em que a tragédia ocorreu. Hoje quando tentei aceder a essa notícia através do link que indiquei, reparei que a página tinha desaparecido misteriosamente mantendo-se no entanto disponível no site de pesquisas da Google. Como sou um tipo inteligente, descobri que o conteúdo da página foi apenas colocado em "cache" talvez por conter pormenores que, neste momento, pode não agradar a certa gente e convém manter no segredo. E como sou também um tipo bastante perspicaz, depois de ler as declarações de Paulo Cafôfo, presidente da Câmara do Funchal, acho que sei exactamente aquilo que eles não querem ver revelado por agora...e tomei a liberdade de fazer um "Print Screen" disso...




Paulo Cafôfo, como bom professor e bom politico que é, fez aquilo que qualquer politico português costuma fazer nestas circunstâncias; Decretou 3 dias de luto, sacudiu a água do seu capote e iniciou imediatamente o jogo do do empurra que já foi oportunamente mencionado neste Blog. « Não sei de nada, não vi nada, não ouvi nada, nunca ninguém me deu conhecimento de nada, a árvore não estava sinalizada nem amarrada a cabos, nunca fomos alertados por ninguém, não era um plátano mas sim um carvalho muito verde, jovem, bonito e saudável que aparentava estar em boa forma bebia um chá de camomila todos os dias e fazia diariamente 2 horas de ginásio...». Infelizmente para ele, parece que as coisas irão correr mal desta vez. Na comunicação social já estão a ser divulgados vários documentos enviados pela Junta da freguesia, Protecção Civil e pelo Governo Regional desde 2014 dando conta da potencial ameaça que todas aquelas árvores aparentavam revelar e da necessidade urgente de se criar um plano de acção para anular essa ameaça. Também pudera, se a árvore não estava sinalizada como se explica que estivesse amarrada por cabos de aço? E se a câmara não foi realmente informada de nada como se explica que tenha respondido aos pedidos de limpeza e abate feitos pela Junta (oficio 31656 de 2017), prometendo uma intervenção oportuna caso se justificasse? Quem é que colocou lá os cabos? Teria sido a padroeira da ilha? Teria sido algum milagre?
Acredito sinceramente que a autarquia tenha ido lá ver as coisas de perto e como viram que aquilo ia dar muito trabalho, ou não quiseram assumir os respectivos encargos visto a árvore estar situada dentro de um terreno privado - não deixando de ser porém uma responsabilidade da autarquia -, e como estavam em vésperas de festejar a padroeira da ilha, decidiram colocar lá os cabos e adiar a resolução do problema para depois das festividades. Algo tipicamente Português como podem ver. Mete-se fita cola e pronto...fica como novo...

Como já sugeri no meu post anterior. Nada consegue proteger o ser humano da sua própria burrice.

A soberba dos homens...

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São as maiores e mais comentadas notícias do dia. Ontem em Vilar do Torno e Alentém, Lousada, nas festas da Senhora da Aparecida, aquele que é considerado ainda hoje pelo Guinness como sendo o maior andor do mundo, com cerca de 22,5 metros de altura (correspondente a 7 andares) e 1,5 toneladas de peso, caiu à saída da igreja por descuido do grupo de 80 pessoas que o transportava (cerca de 19 kg por pessoa), causando ferimentos em 7 pessoas. Hoje, no Funchal, quando se realizavam as festividades do arraial do Monte, passava pouco mais do meio-dia quando uma árvore centenária de grande porte caiu pela raiz e esmagou a multidão presente no Largo da Fonte que assistia à missa e aguardava ansiosamente pela saída da procissão. Deste trágico acontecimento resultaram até esta hora 11 pessoas mortas e mais 35 que ficaram feridas.

E é nestes momentos, quando os motivos de uma tragédia parecem difíceis de explicar, que toda aquela gente de fé, mesmo aquela que não ousa fazê-lo em voz alta, costuma pensar para si própria: Mas porque deixou Deus acontecer uma coisa destas? Porque foi Deus deixar que uma árvore caísse e matasse pessoas inocentes que só estavam aqui a venerá-lo e a rezar para ele?
São perguntas que se repetem desde os primórdios da criação da religião católica e para as quais o homem nunca obtive nem nunca obterá nenhuma resposta por motivos que bem conheço mas com os quais não gosto de brincar porque a religião assume um papel demasiado importante na vida de muitas pessoas e é má educação brincar com um assunto tão sensível. Muitos dirão que não foi Deus mas sim o Diabo que estava lá presente e quis sabotar a alegria daquela gente. Outros dirão que foi a mão de Deus que quis castigar a soberba dos homens e ensiná-los a prestar mais atenção à verdade das suas palavras do que aos decotes e rabos de saia curta que costumam desfilar pelas festas. Outros ainda, que não gostam de acreditar em nada e dão-se à liberdade de fazer pouco de tudo, dirão que isto foi tudo fruto das disputas que tem havido entre Deus e o "coisa ruim" e que nem o andor nem a árvore conseguiram aguentar a pressão da luta. Fosse como fosse, o certo é que nesta história acabaram por morrer pessoas inocentes. Pessoas que nada percebem sobre os cósmicos (ou cómicos) desígnios de Deus.

Mas as vezes dá-me para pensar na espantosa coincidência que liga todos estes acontecimentos. Será que os paladinos da verdade tem realmente razão? Será que existe mesmo um Deus a castigar a soberba dos homens? Ou será isto um sinal de que a igreja católica está prestes a cair por terra como se fosse o prelúdio de uma morte anunciada? É sabido, e muito compreensível, que a Igreja tenha sempre procurado criar coisas que fossem espantosas à vista para atrair fieis, alimentar a "máquina" da "Opus Dei" e poder encher os seus cofres, porque se fosse apenas para rezar terços a esta hora as igrejas já estariam todas vazias. Fátima, Lourdes e o Vaticano são os mais excelentes exemplos disso. Por vezes, quando me dá para ser particularmente sarcástico, costumo dizer que a religião só teve o sucesso que teve por haver pecados, porque se não houvesse nada disso, ninguém lhe ligaria nenhum. Assim, como toda a gente gosta de pecar...a igreja tem o seu futuro garantido. Poderia dar-me para ser mais espiritual e acreditar por um dia que fosse que existe uma força divina que nos comanda e é responsável pela nossa presença no mundo, mas como sou um caso clínico sem salvação possível, pelo menos na perspectiva religiosa, prefiro acreditar que tanto um acontecimento como o outro foram apenas coincidentes e resultaram unicamente devido à estupidez dos homens. O tipo de estupidez que leva, por exemplo, os eruditos do costume a querer segurar árvores com 200 anos e todas ocas por dentro com cabos de aço só para não estragar a beleza e a imponência de um lugar que muitos apelidam de "sagrado". Enquanto os cabos foram novos aposto que fizeram bem o seu trabalho, mas também aposto que os tais eruditos nunca ouviram falar em coisas muito estranhas chamadas: Oxidação e Ferrugem. E como em Portugal as autoridades nunca fazem vistorias a nada e para eles as coisas estão sempre boas e seguras até que um dia se lembram de cair...é muito fácil de imaginar o resto.

Olhem, sabem do que eu sinto realmente pena? Sinto pena daqueles pais, filhos, tios e tias, primos e primas, avôs e avós, que estavam ali todos reunidos, felizes, na calma de "Deus", julgando-se seguros enquanto contemplavam a beleza daquele lugar, longe dos incêndios, das confusões, do barulho das cidades, das guerras e dos ataques terroristas, até que de repente...paff...tudo se apaga...porque alguém não quis fazer o seu trabalho. Está visto, nunca ninguém estará seguro em lugar nenhum enquanto o ser humano tiver a responsabilidade de comandar o mundo.


Suposições pontualmente incertas...#02


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Todo o pais está a arder, e esta sexta-feira passada conseguiu mesmo ser o dia com mais incêndios em Portugal, mas como ainda não morreu mais ninguém por causa deles, pelo menos desde que aconteceu a tragédia de Pedrógão Grande, dá-me a sensação de que a sociedade inteira parece estar a borrifar-se para tudo isso. No death, no blood, no Tv, no fun, no party...Continua tudo igual assim sendo. O povo com as suas férias, praias, futebol, Shots e Caipirinhas e as corporações de bombeiros com as suas sobejamente conhecidas dificuldades financeiras. Enfim, aquela mentalidade do costume...

O inferno na terra...

Sobe para 57 o número de mortos em incêndio de Pedrógão Grande
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À hora em que escrevo este post, soube através da CMTV que já existem 62 mortes confirmadas nos terríveis incêndios que no passado sábado fustigaram a região de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, de entre as quais contam-se 4 crianças e 30 pessoas que ficaram encurraladas ao tentar fugir das chamas e morreram carbonizadas dentro do seu próprio veículo. Nunca se viu nada assim. É um verdadeiro horror. Uma grande tragédia. Traduzida na mais horrível forma de morrer que se pode conhecer. O maior pesadelo para o ser humano e a prova de que a religião está profundamente errada sobre as origens da nossa criação. A ser verdade de que fomos feito do pó, como podemos nós servir de combustível? o pó não arde. Ou pelo menos não deveria arder. Para aliviar um pouco a dimensão da tristeza que uma situação destas consegue provocar na minha alma, guardo a esperança de que todas essas vitimas tenham desmaiado com o calor antes de serem atingidas pelas chamas. Caso contrário, a ideia por si só torna-se insuportável. Imaginar toda aquela gente, aflita, angustiada, a fugir daquele inferno, e a tentar salvar a sua família. É horrível. É ruim demais pensar nisso. E se é mau para mim, imaginem como deverá ser para a família das vitimas. 
Todos os anos acontece este flagelo. E todos os anos morre gente devido a isso. É deveras impressionante. Desta vez, porém, ninguém necessitará de viver mal com a sua consciência porque, ao que parece, a origem destes incêndios foram de causas naturais. Mas nem sempre é assim. Ou melhor, raramente é assim. Seja por interesses mobiliários, económicos ou financeiros, seja por doença psíquica, maldade dos homens, ou então simplesmente devido à aselhice, egoísmo, e/ou falta de sentido cívico do ser humano, a verdade é que todos os anos conseguimos destruir uma parte considerável do nosso património natural, cujo valor é incalculável e insubstituível. Estamos a matar a nossa flora - que traduz a maior beleza do nosso país -, com pontas de cigarro, garrafas de vidro partidas, esquecidas, e fogueiras mal apagadas de piqueniques. O ser humano tornou-se um fardo demasiado pesado para o planeta a partir do qual foi gerado. Comporta-se que nem aquele cretino que cospe no prato no qual acaba de comer. Um idiota, um tolo, e o mesmo ingrato de sempre. Mas uma ingratidão que poderá ficar-lhe caro no futuro. Para o dia em que ele quiser levar os seus filhos a passear para respirar o ar puro da natureza e ele já só existir engarrafado dentro de botijas....que guardarão dentro delas a memória de tudo aquilo que fomos e não fomos no passado.

(Ps: Peço desculpa a quem já tenha comentado, mas por uma questão de respeito às vitimas de Pedrógão Grande, o post anterior foi retirado temporariamente e será postado após terminar o período de 3 dias de luto decretado pelo governo. Obrigado)