Ontem, ou melhor, anteontem, festejamos o 1º de Maio, também conhecido internacionalmente como o "Dia do Trabalhador". Mas, não obstante tudo aquilo que possa ter sido ou ainda seja dito a favor desse dia, para mim ele não passa de um embuste e continua a representar a maior contradição criada pelo homem em matéria de feriados. Nesse dia, acho que, por uma questão de bom senso, seria suposto vermos o mercado laboral trabalhar em força e cada empregado ver-se confrontado/desafiado a trabalhar 2 ou 3 vezes mais do que o habitual já que o termo "trabalhador" referencia sobretudo todo aquele que vive do seu trabalho, o que, em qualquer país europeu democrata como o nosso, excepto Portugal, também quer dizer que quanto mais trabalho produzirmos mais dinheiro teremos a possibilidade de ganhar. Mas em vez de podermos demonstrar de que raça trabalhadora somos (ou fomos) feitos, vejam só o que a lei nos convida a fazer. Disse convida? Obriga! Decreta um feriado para ficarmos todos em casa na pastelice, sem podermos fazer porra nenhuma sem ser esvaziar a dispensa ou as duas primeiras prateleiras de cima do frigorífico (onde por norma costumamos deixar as porcarias que mais fazem mal à saúde), para depois ficarmos alapados no sofá a ver filmes e séries na TV, excepto alguns sortudos de nós, que, na falta de melhores ideias, decidem fazer sexo tórrido e quase animalesco com a sua vizinha do lado esquerdo (para quebrar um pouco a rotina de não ser sempre o lado direito) enquanto a sua "chérie" vai se entretendo com as roupas e as limpezas da casa, mas não eu, podem ficar descansados, porque a única vizinha que tenho vive a 2 milhas de mim e tem um sorriso que faz quase lembrar um código de barras. Enfim, se algum dia alguém quiser trazer alguma justiça para este mundo, talvez no futuro este dia seja conhecido como o dia do mandrião, do gandaieiro, do malandro ou do calaceiro, mas dia do trabalhador é que não pode continuar a ser. Nunca, jamais na vida. E o pior é que todo este movimento de forças está a destruir a reputação de homens conceituados, íntegros, valiosos e verdadeiros trabalhadores como eu, que, para não parecermos fascistas nem trabalho-dependentes revoltados contra o sistema, somos forçados a não fazer a ponta de um corno o dia todo (e às vezes também à noite) só para demonstrar que estamos perfeitamente inseridos na sociedade.
Choramos ao nascer porque chegamos a esse imenso cenário de dementes... (William Shakespeare)
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Vai uma rapidinha?
- Bom dia, dê-me uma rapidinha por favor.
- Uma quê?
- Uma rapidinha.
- Desculpe?
- Uma rapidinha de 2 euros.
- Uma raspadinha de 2 euros, quer você dizer?
- Sim, não foi isso que eu disse?
- Não.
- O que é que eu disse, então?
- Que queria uma rapidinha.
- Uma quê?!!! (Pensador coloca a mão na cabeça). Você desculpe mas não sei onde é que estava com a minha cabeça.
- Eu também não sei mas deu perfeitamente para ficar com uma ideia...
(Que tristeza...)
- Uma quê?
- Uma rapidinha.
- Desculpe?
- Uma rapidinha de 2 euros.
- Uma raspadinha de 2 euros, quer você dizer?
- Sim, não foi isso que eu disse?
- Não.
- O que é que eu disse, então?
- Que queria uma rapidinha.
- Uma quê?!!! (Pensador coloca a mão na cabeça). Você desculpe mas não sei onde é que estava com a minha cabeça.
- Eu também não sei mas deu perfeitamente para ficar com uma ideia...
(Que tristeza...)
Kim Kardashian tem um novo bumbum...
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| Imagem daqui |
Parece que agora já não há mais motivo para críticas! quem andou a falar mal desta mulher, agora vai ter de comer as palavras todas. Kim Kardashian, a famosa empresária e socialite norte-americana, de 37 anos, ganhou um novo "bumbum". Com muito dinheiro na carteira e paletes de espelhos espalhados por toda a casa, a milionária - personagem principal do reality show ‘Keeping Up With The Kardashians’ - resolveu recauchutar o bumbum e provar às meninas do mundo de hoje que uma mulher continua a valer apenas pelas curvas, cintura, mamas e bumbum que tem...e quanto mais "sexualizada" for a imagem dela, mais os homens aplaudem e mais dinheiro entrará na carteira....
Fora as criticas invejosas que as pessoas, infelizmente, têm a mania de fazer, acho que basta olhar para esta mulher para perceber facilmente que toda a carne que mostra ao mundo não passa apenas de uma tentativa salutar de captar a atenção das pessoas para a sua beleza interior...e a grandeza da sua personalidade fascinante. Uma verdadeira pensadora nas ascensão da palavra...
É preciso acreditar no amor...
Hoje, numa conversa com a catequista do meu filho mais novo, foi-me feita esta pergunta...
- Francisco, você acredita no Amor?
Ao que eu respondi...
Ao que eu respondi...
- Se acredito? mas é claro que acredito!
Eu e a minha mulher fartámo-nos de fazer amor todos os dias... :)
Eu e a minha mulher fartámo-nos de fazer amor todos os dias... :)
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| Imagem da Net |
Feliz Ano 2018!
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| Imagem da Net |
Impressionante. Eram 9 horas da manhã e nem vivalma na rua. Apenas eu e um constrangedora calma profunda. Como se o homem e a natureza tivessem celebrado entre eles um pacto de tranquilidade absoluta. Acredito que o primeiro dia de Janeiro deva ser o dia mais amigo da natureza e do ambiente porque não só contribui para que os carros estejam todos parados na respectiva garagem - reduzindo dessa forma as emissões de CO2 para a atmosfera - como ainda por cima combate o desperdício alimentar e a obesidade no mundo já que as pessoas só se levantam da cama muito depois do meio dia, ainda enfastiadas com os excessos da noite anterior, e não conseguem ganhar fome suficiente para petiscar seja o que for. Para muitas delas, a primeira vontade será sobretudo de deitar carga ao mar. Enfim, trata-se de uma óptima exemplificação de como deve ser feita uma boa poupança de energia; aquilo que não consumimos também não tem necessidade de ser produzido. Nas ruas vejo alguns cacos espalhados pelo chão, seja de garrafas partidas ou de alguns pratos que alguém decidiu quebrar para cumprir a velha tradição de romper com o velho passado e celebrar a chegada de um novo e auspicioso futuro. Sim, pobreza nova decerto porque para além de perder os velhos a verdade é que os pratos novos costumam custar dinheiro. Ninguém sabe se esse truque funciona de facto mas não há dúvidas de que se trata de um bom método para limpar a casa de algumas velharias desnecessárias. Só é pena isso não se aplicar a tudo e assim poderíamos livrar a sociedade de muita carcaça velha e desnecessária que teima fazer do mundo um lugar concebido só para ela e gosta de espalhar todo o tipo de ódios por ai. Dou alguns passos em direcção ao meu carro e vejo uma cuecas de lingerie no chão, o que me leva a crer que a primeira noite de Janeiro seja também a mais quente do ano. Que outro motivo levaria alguém a desfazer-se de algumas peças de roupa sem ser o terrível excesso de calor? Certamente que não terá nada a ver com o invólucro da DUREX rasgado pelo picotado que estava depositado a dois passos dela. Parece-me bastante evidente que os balões festivos devem ter esgotado nas lojas e que alguém foi forçado a encher a sua casa com preservativos para criar um ambiente de festa. Dizem os especialistas e os srs entendidos da matéria que o Carnaval e o primeiro dia do ano são os dias que mais fazem aumentar os índices de natalidade mas desconheço se essa informação terá algum fundo de verdade. Pergunto-me até como é que eles conseguem chegar a esse tipo de conclusões...
20 Anos...
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20 Anos. Parece tanto tempo, uma eternidade, no entanto estes anos passaram tão depressa. Demasiado, infelizmente, mas também é natural que assim seja. Quando vivemos uma coisa boa, tudo passa por nós à velocidade da luz. Confesso que no inicio não alimentava grandes expectativas sobre o casamento. Nem entrava no meu imaginário nem sequer acreditava na utilidade desse conceito. Sabia apenas que estava terrivelmente apaixonado pela minha mulher e que morria de vontade de viver ao lado dela. E essa ideia era-me suficiente. Era tão doido por ela, que não foi preciso muito esforço da sua parte para convencer-me a entrar numa igreja, com fatiota e laçarote de cor "Bordeaux", mesmo que não acreditasse nas suas fundações. Bastava-me saber que desse modo eu iria fazê-la feliz. E eu faria tudo para que assim fosse. Como é bonita a paixão e como é bonita essa vontade incessante de querermos estar permanentemente um com o outro.
Devo tudo a esta mulher, num momento muito complicado da minha vida foi ela quem soube trazer-me paz e equilíbrio. Antes dela tive um bom cardápio de namoradas todas elas bem bonecas, magras, bonitas, esbeltas, e bem abastecidas financeiramente, com as quais vivi momentos muito tórridos e cenas só permitidas a maiores de 18. Mas todas elas sofriam do mesmo defeito. Em questão de amor, atenção, prazer e afectividade, elas só gostavam de receber, eram autênticas esponjas, e pouco mais sabiam fazer para além de despir a roupa e ficar quietas para que eu pudesse fazê-las viajar até a lua. Dos meus 18 aos meus 24 anos era só isso que representava para elas. Era uma espécie de homem astronauta. Mas a minha mulher soube alterar tudo isso e preencher essa grande lacuna que tinha na minha alma. A falta de atenção e reciprocidade. Não se limitou a receber todo o amor e prazer que tinha para lhe dar e quis retribuir-me tudo isso em dobro ou pelo menos em igual medida. Com ela sentia que era amado, valorizado. Sentia-me alguém especial. E quando passamos a sentir aquela necessidade inquietante de estar perto de alguém, deixamos de ter quaisquer dúvidas sobre a importância daquela pessoa na nossa vida. A química era imensa, o diálogo era fluido e fácil, e como o tempo que podíamos passar juntos já parecia ser curto, pelo menos aos nossos olhos, o desejo de casar depressa ganhou forma. Já não receava casar, e mesmo que não acreditasse inteiramente nos seus efeitos, ainda assim tinha a noção de que o casamento trazia algumas boas vantagens. Para além daquela vantagem óbvia de termos alguém para aquecer os nossos pézinhos nas noites frias de inverno, sorria de contentamento só de saber o mundo de oportunidades que se deparava diante de mim, nomeadamente a possibilidade de realizar algumas fantasias sexuais e as habituais sessões de sexo tórrido e avassalador que poderiam ser praticadas a qualquer hora do dia, logo que houvesse clima e vontade para o efeito, sem termos que gastar dinheiro com quartos de hotéis ou ter que recorrer ao tradicional carro irrequieto dos vidros embaciados debaixo da ponte (Sim, eu sei, tive que estragar a beleza toda deste texto com graçolas sobre sexo). Assim, no dia em que casei, guardava em mim apenas apenas uma certeza. Se aquela mulher fosse capaz de me aturar durante 5 anos seguidos, eu sabia que iria amá-la para toda a vida.
O nosso casamento começou e decorreu como qualquer bom casamento que se preze. No início foram muitos abraços, beijinhos, sexo, partilha, risadas, sexo, programas a dois, passeios, viagens, mais sexo, diálogo, cumplicidade, vontade constante de estarmos um com o outro, outra vez sexo, piqueniques, praias, cinemas, convívio com a família e amigos, mais sexo ainda, trabalho, planeamento, projectos e para terminar...vai mais um pouco de sexo antes de dormir. Passados estes 20 anos, satisfaz-me saber que, embora muita coisa tenha mudado na nossa vida em comum, o sexo conseguiu ainda assim sair ileso (uma salva de palmas para ele, clap clap clap). Mas nem tudo foram rosas. Ai que não foram mesmo. Também nós, à semelhança de qualquer outro casal, tivemos as nossas crises, as nossas brigas, as nossas pequenas/grandes discussões, mas também foi através delas que tivemos a possibilidade de fazer o nosso amor crescer e florescer no lugar da paixão. Cometi muitos erros e fiz muitas asneiras. Asneiras essas que poderiam ter estragado irremediavelmente o equilíbrio da nossa vida em comum, mas aquela mulher soube sempre perdoar-me tudo. Nunca lhe fui desleal, mas se não fosse alguns erros graves que cometi...hoje poderíamos estar numa situação muito mais segura , relaxante e desafogada em termos financeiros. Sim, aquela mulher aturou muita coisa de mim, e sofreu muito por minha causa. Não tenho vergonha de confessar que se hoje ao fim destes 20 anos conseguimos ainda estar juntos, é tudo graças a ela. É por ela ser uma grande mulher. Sempre foi e será a minha grande rainha. Devo-lhe tudo o que sou hoje, enquanto pai, marido e ser humano. E é por isso que nos próximos 20 anos que se avizinham, apenas alimento um desejo que se tornou quase uma missão: Retribuir-lhe com todo o meu ser, todo o carinho, amor, paixão, compreensão, tolerância, dedicação, paciência e atenção que ela tive todos estes anos para comigo.
Paixão, Amor e Sexo
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Há dias escrevi aqui um texto sobre os malefícios do tédio numa relação e isso gerou imediatamente uma discussão bastante interessante sobre as diferenças existentes entre a Paixão e o Amor. Ora, trata-se de um tema que por norma não gosto de fugir e talvez por ter ideias muito próprias acerca destes dois conceitos, decidi-me hoje finalmente a fazer um post sobre este assunto. Para começar a minha narrativa gostaria de enumerar algumas diferenças que considero existentes entre a Paixão e o Amor. A paixão é um sentimento de encantamento que se rege sobretudo pelo plano físico. Desse modo, as características que mais atraem a pessoa apaixonada são os olhos, os cabelos, os lábios, os contornos do corpo, a pele, o sorriso, o rabo, as nádegas, os seios, etc. Durante a paixão o ser humano fica atraído pela idealização que faz da outra pessoa e não forçosamente por aquilo que ela é de verdade. Durante este estado o "apaixonado" atravessa uma fase emocional muito intensa e tem também a necessidade quase interminável de estar sempre ao pé da pessoa amada. Os programas são sempre os mais elaborados e românticos, com direito a jantares sob a luz das velas e/ou vistas para o mar - onde já lá se encontra um pôr do sol para poder imortalizar aqueles momentos -, "bouquets" de rosas, jóias, anéis de brilhantes e caixas de chocolate, etc. Nessa fase o sexo conhecerá também o seu período mais intenso e escaldante uma vez que beneficia do efeito novidade e não sofreu ainda as agressões do tempo. Para uma pessoa apaixonada, o(a) seu(sua) parceiro(a) não tem quaisquer tipos de falhas nem de defeitos e mesmo que os tenha tudo isso irá parecer-lhe uma montanha de virtudes. A paixão pode durar desde algumas semanas até alguns anos (3 em média), dependendo da química existente entre os dois e do tipo de vida que o casal decidiu levar, mas acaba sempre por terminar por acção da rotina, das brigas e do tédio. É nesse espaço temporal que surge o momento mais marcante da história de uma relação a dois porque define de forma mais nítida se a relação acaba ou se resulta numa história de amor. Ah pois é, e não...não é nenhuma piada, é só mesmo nesse momento que o amor consegue entrar em cena. Sei que há muita gente que não aprecia muito ouvir isso, sobretudo quando se trata de mulheres, porque muitas gostam de acreditar que a sua relação foi fruto de um "Amor à primeira vista". Mas o amor à primeira vista nunca existiu, foi apenas uma fantasia imortalizada em livros por muitos poetas e escritores para melhor seduzir o público. O que existiu desde sempre foi "Paixão à primeira vista" mas esta veracidade não reluzia tão bem nos livros. Mas porque razão o Amor só surge quando a relação parece estar em vias de morrer ou terminar? Por uma razão muito simples, tem tudo a ver com a natureza e os vários elementos que caracterizam esse novo sentimento. A amor não se guia pelo superficial e é por isso que consegue ver muito além das aparências. É o único sentimento humano que consegue ver a chamada "Beleza interior" da pessoa que normalmente é traduzida através da sua personalidade, pensamentos, valores e autenticidade. Como o amor é um sentimento muito sereno, a sua chegada vai limpar todas as "ilusões" e outras armadilhas ópticas que a paixão deixou para trás, já que consegue identificar no(a) parceiro(a) tanto as suas qualidades como a dimensão dos seus defeitos. Quando tudo corre bem e o sexo é mais do que bom, a vida é um paraíso encantado que corre às mil maravilhas e ninguém se importa com as consequências de nada. Mas que acontece quando os primeiros sintomas dos "defeitos" que cada um guarda dentro de si começam a revelar-se e a corromper a relação, fazendo surgir problemas dentro de casa e levando o casal a afastar-se e a mandar piadinhas um ao outro, gerando assim algumas brigas? É o momento em que o amor ganha relevo e surge que nem um Dom Sebastião entre as brumas porque é o único que consegue salvar a relação. O Amor toma plena consciência dos defeitos do(a) parceiro(a) mas ainda assim prefere lidar com as adversidades que todos esses defeitos irão provocar do que viver sem a pessoa amada. É esta disposição das coisas que melhor define e torna este sentimento tão complexo e profundo, porque através dela percebemos perfeitamente que o termo "Amar" implica apoiar incondicionalmente o próximo, tanto nos momentos bons como nos mais difíceis. Isso não quer dizer que as brigas e discussões deixam de aparecer com o amor, muito pelo contrário, há tendência de elas até serem mais frequentes porque quem ama importa-se, não renega. A diferença é que já não sentimos a vontade de mandar tudo às "malvas" e, em vez disso, tentamos compreender o(a) parceiro(a) e procuramos encontrar consensos ou uma solução para os problemas. Amar não é sermos felizes ao lado de alguém, é procurarmos a felicidade da pessoa amada. Amar não é só querer morrer ao lado da pessoa que amamos, é sobretudo querer morrer na vez dela. Porque para quem ama, a sua vida deixa de fazer qualquer sentido sem a presença do outro. Amar é cuidar, é partilhar, é chorar de saudade, é sofrer com as tristezas do outro. A paixão é intensa, o amor é profundo. A paixão é força, o amor é segurança. Paixão é audácia, amor é serenidade. Paixão é sentir uma explosão dos sentidos, é atingir o apogeu do sexo. Amor é sentir a realização completa da nossa vida, é alcançar uma epifania de afectos.
E o sexo no meio disto tudo? Quando digo sexo, refiro-me obviamente às relações de natureza sexual. O sexo é o estandarte da paixão. É o condimento alimentador, o "Yin" do "Yang", a segunda face da mesma moeda. O sexo está para a paixão como o azeite está para o bacalhau. Ambos coabitam no mesmo espaço, complementam-se, e dão sentido à existência um do outro. É quase como uma relação umbilical, onde existe um tem que existir forçosamente o outro. Durante o período da Paixão o sexo irá assumir um papel muito importante. Será o bastião da felicidade amorosa. Se o sexo estiver bom, a paixão estará óptima. Se o sexo esmorecer, a paixão também sumirá. E durante o período do Amor, que papel passará a ser atribuído ao sexo? Nesse período o sexo assumirá um papel ligeiramente diferente. Como o sentimento da paixão foi dominado pelo sentimento do amor, o sexo passará a fazer um papel de fiel representante. Representará os únicos vestígios que a paixão conseguiu deixar na relação. Mas com isso não quer dizer que passou a ter um papel menos relevante. Muito pelo contrário. Por mais forte que seja a relação de amor, a verdade é que ela irá sempre ter a necessidade de sentir a presença de alguns traços de paixão para conseguir sobreviver. Se o sexo alimenta a paixão, e vice versa, a paixão por sua vez, também alimenta o amor. E é precisamente esta a conclusão que tiro e que gostaria de transmitir. Seja qual for a etapa da vida que o ser humano atravessar, seja homem ou mulher, solteiro ou casado, velho ou novo, todas as ligações amorosas são feitas de "Amor, Paixão e Sexo", e se qualquer um destes elementos desaparecer, a relação que os une também irá finar-se gradualmente. Sobrando apenas uma boa Amizade, quiçá...
E o sexo no meio disto tudo? Quando digo sexo, refiro-me obviamente às relações de natureza sexual. O sexo é o estandarte da paixão. É o condimento alimentador, o "Yin" do "Yang", a segunda face da mesma moeda. O sexo está para a paixão como o azeite está para o bacalhau. Ambos coabitam no mesmo espaço, complementam-se, e dão sentido à existência um do outro. É quase como uma relação umbilical, onde existe um tem que existir forçosamente o outro. Durante o período da Paixão o sexo irá assumir um papel muito importante. Será o bastião da felicidade amorosa. Se o sexo estiver bom, a paixão estará óptima. Se o sexo esmorecer, a paixão também sumirá. E durante o período do Amor, que papel passará a ser atribuído ao sexo? Nesse período o sexo assumirá um papel ligeiramente diferente. Como o sentimento da paixão foi dominado pelo sentimento do amor, o sexo passará a fazer um papel de fiel representante. Representará os únicos vestígios que a paixão conseguiu deixar na relação. Mas com isso não quer dizer que passou a ter um papel menos relevante. Muito pelo contrário. Por mais forte que seja a relação de amor, a verdade é que ela irá sempre ter a necessidade de sentir a presença de alguns traços de paixão para conseguir sobreviver. Se o sexo alimenta a paixão, e vice versa, a paixão por sua vez, também alimenta o amor. E é precisamente esta a conclusão que tiro e que gostaria de transmitir. Seja qual for a etapa da vida que o ser humano atravessar, seja homem ou mulher, solteiro ou casado, velho ou novo, todas as ligações amorosas são feitas de "Amor, Paixão e Sexo", e se qualquer um destes elementos desaparecer, a relação que os une também irá finar-se gradualmente. Sobrando apenas uma boa Amizade, quiçá...
Os malefícios do tédio...
O tédio. Para muitos de nós trata-se de um conceito demasiado gasoso em termos de forma e insípido em termos de sabor. Toda a gente o conhece mas são muitos poucos os que percebem os seus malefícios e de que forma ele consegue condicionar a nossa vida. A maioria nem sequer consegue dar-se conta da sua presença, e, se calhar, jamais desconfiará que ele possa ser o maior inimigo do homem. Sim, ele é a verdadeira besta negra. O bicho ruim. O diabo na sua forma original. É ele o principal gerador da discórdia e grande promotor de guerras. É ele o alimentador de ódios, criador de divórcios, fomentador de disputas e discussões, e causador das práticas humanas mais horríveis. A maioria de nós , como já disse, não tem muita noção da força que este elemento negativo consegue exercer no seu quotidiano e se ela não estivesse tão ocupada a tentar resolver/valorizar questões físicas ou materiais, de pouca fraca ou nenhuma importância, poderia facilmente localizar este grande e decisivo factor na sua vida. Os seus sinais estão presentes por todo o lado. Só precisamos de abrir os olhos e observar.
Mas o que é isso do tédio, perguntam vocês? A Wikipédia define-o como um sentimento humano descrito como um estado de falta de estímulo, ou do presenciamento de uma acção ou estado repetitivo, como por exemplo, a falta de coisas interessantes para fazer, sentir, ouvir, etc. Ou por outras palavras, é o estado de alguém agastado pela rotina e/ou que se aborrece de morte quando não pode fazer nada ou, pelo menos, nada que lhe seja interessante. Rotina, tédio, aborrecimento, eis a receita dum cocktail explosivo que pode destruir qualquer resquício de serenidade e bom senso que o ser humano possa ter. Vive-se bem enquanto se pode lutar contra tudo isso, porque depois de sermos abraçados, de sermos "amarrados" pelo tédio, nossa vida nunca mais será igual. Nunca mais seremos felizes. E como é que o tédio consegue entrar na vossa vida? Nada de mais simples, e para que fiquem devidamente esclarecidos, tenho uma bonita história para vos contar. Quando era mais novo, isto é, mais novo do que sou hoje, conheci um professor admirável que soube dar-me um grande exemplo do que eu poderia esperar da vida em geral e do casamento em particular.
«Em termos culinários, perguntou-me ele, diz-me o nome do teu prato preferido. Leitão à Bairrada, respondi eu prontamente. Muito bem, prosseguiu ele, então imagina que tens muito dinheiro e que podes fazer tudo aquilo que quiseres. Para comer o melhor "Leitão à Bairrada do mundo", serias capaz de pegar no teu carro e percorrer 600 Quilómetros num só dia, certo?. Certo, respondi eu. Mas, e se eu começasse a servir-te o "Melhor Leitão à Bairrada do mundo" todos os dias, em todas as tuas refeições, como te sentirias?. Credo!ficaria enjoado num instante. Acho que já nem poderia ver mais Leitão à minha frente, ironizei eu. Ora ai está a verdadeira lição que a vida nos fornece, complementou ele, porque em todas as relações que vais estabelecer na vida, sejam elas de que tipo for, o processo vai ser exactamente igual.»
«Em termos culinários, perguntou-me ele, diz-me o nome do teu prato preferido. Leitão à Bairrada, respondi eu prontamente. Muito bem, prosseguiu ele, então imagina que tens muito dinheiro e que podes fazer tudo aquilo que quiseres. Para comer o melhor "Leitão à Bairrada do mundo", serias capaz de pegar no teu carro e percorrer 600 Quilómetros num só dia, certo?. Certo, respondi eu. Mas, e se eu começasse a servir-te o "Melhor Leitão à Bairrada do mundo" todos os dias, em todas as tuas refeições, como te sentirias?. Credo!ficaria enjoado num instante. Acho que já nem poderia ver mais Leitão à minha frente, ironizei eu. Ora ai está a verdadeira lição que a vida nos fornece, complementou ele, porque em todas as relações que vais estabelecer na vida, sejam elas de que tipo for, o processo vai ser exactamente igual.»
Esta foi a maior lição que tive o privilégio de receber até hoje e tem-me ajudado imenso a compreender tudo aquilo que se tem passado à minha volta. Embora de um modo diferente, ensinou-me a reconhecer o tédio e o modo como ele consegue instalar-se facilmente na nossa vida através da rotina. Desde ai tenho aprendido sempre novas formas de combatê-lo, de anulá-lo, afastá-lo, ou, pelo menos, de não me deixar agarrar por ele sem dar devida luta. E isso tem-me trazido bons benefícios. Foi também através deste exemplo que compreendi o significado daquele ditado popular que diz: « A comida da vizinha sabe sempre melhor que a minha». Sabe melhor apenas por ser diferente. E o que é diferente anula a rotina. Anulando a rotina, anula-se também o tédio. O enfado, o fastio, a monotonia. O aborrecimento.
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| Disse que sim, porque sentia-me aborrecida... |
Se me lembrei de escrever este post hoje, foi sobretudo a pensar na pequena discussão que estava a promover com alguns anónimos (nunca sei se são muitos ou apenas um) no site do Shiuuuu. Nessa pequena discussão, que pode ser acompanhada aqui, um anónimo questionou-me se era possível alguém ficar sexualmente saciado vendo apenas um filme pornográfico. Respondi-lhe que sim, que se a necessidade do individuo fosse apenas espiritual/emocional, como é o caso de um "Voyeur", ela poderia perfeitamente ser preenchida através dessa forma. Mas quando questionaram no site qual a necessidade que leva alguém a ver filmes pornográficos quando pode desfrutar da mulher que tem ao seu lado, lembrei-me imediatamente do factor tédio. É verdade, à semelhança do que acontece em todos os outros tipos de relações, nas relações sexuais aplica-se também os efeitos do famoso conceito do "Leitão à Bairrada". E de nada serve ter a mulher (ou homem) mais linda do mundo, mais "sexy" e mais gostosa, a dormir ao nosso lado. De tanto comer o mesmo prato (perdoem-me a brejeirice) acaba sempre por instalar-se o fastio mais dia menos dia. Fastio esse que é preciso contrariar. Combater com unhas e dentes. Com diversidade, partilha a dois, mente aberta e montanhas de criatividade. Nas relações sexuais torna-se impetuosamente necessário vencer alguns tabus e derrubar as barreiras culturais que nos impedem de ver a sexualidade num sentido mais amplo. No sentido que pode tornar o ser humano mais feliz. Porque o sexo do século XXI já há muito tempo que deixou de ser o sexo de "Adão e Eva" que, na boca de alguns, apenas servia para fazer filhos e qualquer sintoma de prazer que houvesse era considerado um tremendo pecado. E é um pecado sim, é um pecado a nossa vida ser tão curta e não termos tempo de fazer mais. Para mim, logo que ele não prejudique ninguém, no sexo não há lugar para imoralidades. Sejam elas bíblicas, culturais ou sociais. Não há certo nem errado. Nem sequer o bonito ou feio. São apenas necessidades fisiológicas alimentadas por uma série de gostos e fantasias humanas. E tomara eu conseguir realizar muitas das minhas.
Agora sim!
E parece-me um tanto ou quanto obscuro que o meu Top 5 de visualizações seja constituído em 1º lugar por um post sobre a notícia do bico que a Carolina salgado decidiu fazer ao seu mais recente namorado (Francisco Rolo), no 2º lugar um post que fala sobre os benefícios de fazer ciclismo com o rabinho ao léu, em 3º lugar temos um post muito elucidativo sobre os milhões que o corpo da Carolina Patrocinio vale e o biquini fio dental super hiper mega reduzido que ela decidiu mostrar num qualquer desfile de passerelle, na 4ª posição temos um post a dar conta do décimo milésimo visitante a entrar no meu blog para ver mais gatinhas a mostrar rabinhos e, por fim, o meu Top 5 encerra com um post sobre o estado físico da cantora Amy Winehouse quando esta ainda era viva e se parecia com um cadáver ambulante, desconfiando que este post só teve realmente sucesso porque introduzi a palavra "sexy" na minha narrativa. Resumindo e concluído, só me aparece gente tarada neste blog, o que me deixa deveras aborrecido porque julgava-me único nesse campo e nunca lidei bem com essa coisa da concorrência. Já vi que este pessoal só gosta mesmo é de sacanagem. Uma pouca vergonha! Digo mais, uma pouca vergonha! (disse mais porque disse 2 vezes) para além da péssima imagem que toda esta situação transmite, não é mesmo? porque o público feminino que ainda entra no meu blog é bem capaz de pensar que não há respeito nenhum nesta casa. O pior é que, segundo as leis da física, toda a força aplicada provoca uma reacção de sentido oposto e de igual intensidade. Assim, ao juntar todos estes elementos num só post sou bem capaz de ter piorado a minha situação e ter criado um verdadeiro monstro de audiências. Ai credo jaaaaaasus, mas que fui eu fazer???
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| Gatinha em dificuldades antes de mostrar o seu rabinho... |
Mas já que o mal está feito e não há retorno possível, aqui vai mais uma série de etiquetas sugestivas para ver se a Google consegue enviar-me todos os tarados existentes à superficie da terra, desde a Somália até a Cochinchina, passando pelo palácio de Belém e sem esquecer o Vaticano, o Parlamento Europeu e a sala oval da Casa Branca que até aqui não aparecia nos motores de pesquisa mas que, recentemente, tem sofrido um grande impulso com o grande contributo do Donald Trump.
Aviso:
A linguagem que se segue é grosseira e ordinária e totalmente imprópria para pessoas de bem.
Se prezam a vossa saúde mental, por favor não leiam.
As cuecas da minha avó; Chuva dourada; Bobby e Tareco carregam no Pinto da Costa; As maminhas de Madre Teresa (sem ser a de calcutá); Loucura total no convento; Papa Francisco mete o dedo onde não deve; Tira o dedo do meu bujão! (desabafo anónimo numa convenção Gay); Minha mãe passa a vida em "cima" de mim; Teresa Guilherme rasga o sutiã e deixa tudo de fora; Mamas na sopa; Sopa nas mamas; Eu para mim, cuzinho; Dá-lhe com força!(o Kik da motorizada); A coisa do meu marido é tão grande (mulher do Pensador); Folia no banheiro; Meti no buraco...da fechadura (a chave, obviamente); Vem aqui ao "paizinho"; Palmadas no rabinho; Super mamoplastia de aumento; Carolina patrocínio a correr nua pela praia (xiii..esta vai bater recordes!); Ketchup no dedinho; É das carecas que elas gostam mais; Mostro a minha se me mostrares a tua; Minha prima e eu; Minha prima, minha namorada e eu; Minha prima, minha namorada e eu já fiquei de fora (não sei porquê); Meu cachorro tem um olhar esquisito quando me vê passar; Do cabaré para o convento, minha ascensão meteórica; Miss Bumbum; Miss Bumbum melancia; Miss Bumbum melancia com morangos; Miss melões com chantily; Miss I like Bananas; O mágico que faz desaparecer bananas com o rabo; José Castelo Branco é finalmente mulher; Toquei os seios da minha vizinha sem querer (e com as 2 mãos); Os pimbas do Emanuel; Confissões de uma Hermafrodita, prefácio de Manuela Ferreira Leite; Calor na cama (maldito cobertor eléctrico); A quinta pata do Burro; Manuela Ferreira Leite, o motorista e eu; Manuela Ferreira Leite e o motorista, que eu já bazei a 7 pés; Minha mulher é uma cadela (Cão REX em entrevista para a RTP); Minha mulher é uma porquinha (Idem.. mas agora com o porquinho Babe); Tenho um preto debaixo da cama (conversa de mulheres a falar de tapetes); Come on baby, come to mommy (turista no Algarve para o Zézé Camarinha); Jacinto Leite Capelo Rego (esta funciona sempre); Eu gosto de mamar nos peitos da cabritinha; e pronto acho que por agora já deve chegar. Depois se for preciso eu acrescento mais algumas. :)
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