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Melania Trump despede-se da Casa Branca com apelos ao amor e à paz...

 

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Também Melania, verdade seja dita, tu agora com os teus lindos 50 anos de idade e depois de desperdiçar 20 dos teus melhores anos "casada" com o machista e xenefobista Trump, aquele que também ficou conhecido por ser o presidente da América mais palerma da história, é natural que neste momento estejas extremamente carente de amor, mas também de sexo, sem ser o geriátrico que já conheces...

Uma frase marcante para abrir o dia...

 

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TRUMP SOBRE ELEIÇÕES EUA: "É UMA FRAUDE. NÓS GANHÁMOS ESTA ELEIÇÃO"

Donald Trump reagiu aos primeiros resultados das eleições norte-americanas. Numa declaração aos eleitores, depois do fecho das urnas, o candidato Republicano disse que o Partido Republicano ganhou as eleições e falou numa "fraude para o público americano".

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Ora vejamos....Não sei quem irá vencer as eleições na América. Por mim pode ser tanto o Trump como o Biden porque ambos parecem ser dois morcões. Acho que o Partido Democrata quis fazer um favor ao Partido Democrata quando nomeou o Joe Biden para concorrer às eleições. Acho que, se calhar, quiseram equilibrar a balança e tornar essa disputa mais justa, colocando frente à frente dois candidatos quase similares. Um já provou ser um perfeito idiota enquanto que o outro só lhe falta dar provas disso. Ou então, como a figura de Trump era muito controversa, acharam ter visto ali uma oportunidade para pagar a divida de gratidão para um homem que deu imenso ao seu partido, mas que não tinha charme suficiente para candidatar-se à Casa Branca. Esta última ideia até faz mais sentido. Trump é um presidente tão mau, que qualquer burro que seja consegue tirar-lhe o lugar sem grande esforço. Poderia desenvolver mais este tema, mas não tenho nem tempo nem pachorra para isso. A mim tocou-me sobretudo uma frase marcante dita por Trump que abriu todos os sites de noticias desta manhã. E a única coisa que podemos deduzir dela é que, segundo o "Pato Donald", estas eleições são uma fraude para o público americano, já que, aparentemente, foram ganhas por ele....

Este tipo nunca mais aprende. De cada vez que abre a boca, provoca um terramoto que se estende desde a Washington até ao Monte Rushmore. É que, por mais rico que seja, há coisas que simplesmente nenhum dinheiro do mundo consegue comprar. Inteligência por exemplo...

Os pequenos instantes da Paz e da Guerra...

"A vida é feita de instantes. Num instante se faz a paz e noutro instante se faz a guerra...e há aquele instante em que o mundo não reconhece nenhum desses dois"

Dizem que a Coreia do Norte e a Coreia do Sul voltaram a apertar as mãos e fizeram as pazes. Dizem, sim, mas será que devemos confiar nisso? É que nem sempre um aperto de mãos traduz um cenário de paz e nem sempre uma vontade de paz se resolve num aperto de mãos. Desde a famosa guerra que ocorreu naquela península entre 1950 e 1953, cerca de 2 anos após a divisão das duas Coreias, que aqueles dois países nunca mais se entenderam e tornaram-se inimigos mortais. Eram duas correias desengrenadas cujo movimento libertado por cada uma delas era influenciado por forças externas muito distintas que designaram aquela região como um ponto chave para travar uma espécie de jogo de poder geo-politico. O Norte recebia o apoio da China e da extinta União Soviética comunista e o Sul recebia o apoio dos Estados Unidos da América. Naquele tempo era assim, tudo servia de pretexto para haver uma disputa entre comunistas e democratas - como aqueles miúdos que gostavam de mostrar a pilinha na escola para saber qual deles tinha a maior -, mas como nenhum dos dois desejavam a guerra nem tinham coragem para dar o primeiro tiro já que ambos tinham poder atómico suficiente para se destruírem um ao outro, criavam estes "conflitos" para fazer demonstrações de poder e assumir posições estratégicas em vários pontos do globo terrestre. A divisão entre as duas Coreias não foi nada mais nada menos senão uma réplica quase tirada a papel químico da situação ocorrida na Alemanha após a guerra de 1945 que dividiu o país em dois e que culminou na criação da RFA - República Federal Alemã (Alemanha Ocidental - Democrata) e da extinta RDA - República Democrata Alemã (Alemanha Oriental - Comunista). E como foi tirada a papel químico, o resto da história também é muito fácil de adivinhar. Durante vários anos, fruto da recuperação económica que os países do mundo inteiro tentavam fazer após o fim da 2ª Guerra mundial, as duas Coreias tiveram uma evolução parecida, mas a partir dos anos 80 a Coreia do Sul, tal como sucedeu à RFA, apoiada pelos investimentos e ensinamentos capitalistas americanos, caminhou a passo de galope em direcção ao sucesso, progresso e modernismo, que a levaram a ser hoje uma das 15 maiores economias do mundo, e a Coreia do Norte, tal como sucedeu na RDA, enquanto vassalo dos comunistas, continuou a caminhar a passo de caracol com uma evolução muito abaixo do seu potencial, depois parou de crescer e deixou-se ficar para trás, estagnou durante largos anos, e acabou mesmo por regredir até tornar-se no parasita que se conhece hoje. O mais engraçado é que, tal como a RDA, apesar de viver debaixo da alçada de um regime autoritário e opressor, o nome verdadeiro da Coreia do Norte é "República Popular Democrática da Coreia". É verdade, parece que estamos perante o conceito democrático mais estranho jamais visto até hoje. Já o Charles Bukowski afirmava que a diferença entre uma democracia e uma ditadura é que numa democracia temos a liberdade de podermos votar antes de sermos obrigados a obedecer às ordens. Assim, talvez a dinastia dos "Kim's" fosse particularmente sensível aos recitais coloquiais do Bukowski, que apreciava relacionamentos baratos e uma vida recheada de álcool, e quando percebeu as reais necessidades da sua população, sentiu o seu apelo e acabou por afastar dela o fardo de ter que ir às urnas considerando apenas produtivo a parte do ter que "obedecer às ordens".

Bem, o que é certo é que ultimamente tudo parecia estar a correr mal e o mundo ameaçava mergulhar novamente no abismo. Como resultado de várias décadas a viver em total sacrifício e das centenas, milhentas ou trilhentas sanções económicas impostas à Coreia do Norte pela ONU (Organização das Nações Unidas) devido às violações sucessivas que ela perpetrava contra os direitos humanos, o governo de Pyongyang começou a desenvolver um programa nuclear de modo a criar armas argumentos capazes de sacudir a pressão internacional existente à volta dele e, suspeito, fazer com que pudesse também deixar de ser tão subserviente face à China. O certo é que ela foi tão determinada e persistente no seu objectivo que acabou mesmo por ser bem sucedida. Construiu a sua "Bomba nuclear" e, como se não bastasse, quis demonstrar que o seu poder militar não tinha apenas um alcance regional mas também uma visão global, com recados óbvios para a América. O resto já todos nós sabemos, foi aquilo que temos assistido até agora. De um lado tínhamos o grande líder Kim Jong-Un, também conhecido por "Rocket Man", a testar os seus misseis e a mandar toda uma série de provocações aos países vizinhos, criando grande tensão na região, e do outro tínhamos o nosso Pato "Donald", também conhecido por Donald Trump, a esfregar as mãos de contente perante a possibilidade de poder enriquecer às custas da Lockheed Martin, da General Dynamics e restante indústria bélica americana. Uma guerra só pode ser travada com armas e a América tem pelo menos 12 empresas fabricantes delas por sustentar, caso contrário...o mundo se calhar não teria guerras. Também em jeito de provocação, o nosso "Pato" tratou logo de lançar um novo pacote de sanções e mandou o porta-aviões nuclear norte-americano "Carl Vinson" e outros navios de guerra fazer exercícios militares na península da Coreia para ferir ainda mais o orgulho norte-coreano e levá-lo ao desespero de ter de ser ele o primeiro a atacar - para depois poder ripostar em jeito de legitima defesa -. Acho inclusive que houve um momento em que o mundo já estava a consciencializar-se de que não havia outro modo de conseguir resolver esta ameaça e já só esperávamos saber quando é que seria dado o primeiro tiro para que as hostilidades pudessem ser abertas. E quando tudo previa uma guerra...eis que surgiu um sinal de paz da parte daquele que menos se esperava. A Coreia do Norte, e dizem que é uma paz bem intencionada e verdadeira. Dizem...e eu acredito que seja verdade.

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Primeiramente devo dizer que acho absolutamente patético aquilo que a comunicação social está a tentar fazer actualmente, tentando eleger o Pato Donald como grande responsável deste volte-face a ponto de querer sugerir o nome dele para Nobel da Paz. Eu sei que o Pato vai fazer de tudo por tudo para assumir o papel de grande protagonista desta história de amor ressuscitado mas, se isso viesse a acontecer, seria uma hipocrisia tremenda, uma ofensa e um erro extremamente grosseiro que mancharia a galeria das pessoas integras e honradas que ganharam esse prémio. Donald Trump é responsável sim, mas não pelos motivos que se conhece. Foi o facto de ele ser tão insensível e maluco que incentivou as duas Coreias a voltarem-se de novo uma para a outra. Talvez haja quem me queira apelidar de sonso ou anjinho por estar a dizer isto mas eu acredito que a Coreia do Norte tenha desejado desde sempre essa paz, mas como vivemos numa sociedade cuja subjectividade dos habitantes é constantemente excitada pela panóplia de emoções impactantes que os "mídia" tentam sempre provocar nas pessoas e pela verdade que muitas vezes eles se coíbem de revelar, é natural que esta minha afirmação possa parecer-vos um perfeito disparate. Isto é conforme a inclinação do campo. A Coreia do Norte está para o mundo civilizado, como o FC. Porto está para os benfiquistas a verdade desportiva do mundo do futebol, e ai de quem ousar rebater essa ideia. Uma verdade por vezes pode tornar-se aborrecida quando ela trabalha contra nós e, no meio jornalístico, costuma-se dizer que nunca devemos deixar que uma verdade possa estragar uma boa história. Mas a verdade, porém, feliz ou infelizmente, é que há muito mais a conseguir unir as duas Coreias do que aquilo que consegue separá-las. Partilham o mesmo nome, falam a mesma língua, tem a mesma cultura gastronómica e ocupam o mesmo território (península). Ou por outras palavras, apesar das diferenças, nunca deixaram de ser irmãos. E por serem irmãos, sofriam ambos do mesmo mal de família. O orgulho. Assim, acho que esses dois países sempre quiseram fazer as pazes mas nenhum dos dois queria fazê-lo na condição de nação derrotada. Ambas queriam fazê-lo de cabeça erguida, sem medos e sem o sabor da espada encostada à garganta. Foi por isso que a Coreia do Norte desenvolveu o seu programa nuclear. Ela queria ter a possibilidade de poder olhar nos olhos dos seus inimigos de igual para igual e provar ao mundo que tinha condições para arrebentar com ele se tal fosse o seu desejo. E tinha na verdade, ou se não tinha, pouca faltava para ter. E é também por isso que eu acho que esta nova aliança formada entre os dois tem todas as condições para dar tudo certo. Desde que não falte o pão...nenhum dos dois negará ao outro a sua razão. O jogo do poder passou a contar com um novo jogador. Agora que o Kim Jong-Un tomou consciência do seu poder no mundo, já não precisa de se esconder nem de temer mais ninguém à sua volta. Agora que o Kim tomou consciência do seu poder...chegou a hora de reclamar o seu lugar por direito na mesa das nações poderosas, para deixar finalmente de ser visto como um peão e passar também ele a brincar com os destinos dos outros.

Dizem que a Coreia do Norte e a Coreia do Sul voltaram a apertar as mãos e fizeram as pazes. Dizem...e estaremos todos aqui para ver até quando ou até que ponto isso se tornou verdade...

The Shit Holes of Trump...


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«...They used to call it the "White House" but, after Donald Trump won the presidency of the United States and went to live there, a lot of people started to call it the "Trump's House of Shit."...»

Deste sujeito já não precisamos de estar a dizer mais nada porque cada atitude dele representa um insulto à inteligência humana e uma afronta ao mundo civilizado. Cada palavra que pronuncia é  um tiro que ele acaba por dar dá no seu próprio pé. Não se trata de subjectividade, é apenas uma evidência que está perfeitamente visível para qualquer ser humano. De cada vez que o nome deste sujeito aparece nas noticias é sempre pelas piores razões ou pelos mais fracos motivos. Desde que ele foi eleito presidente da América, não me lembro de uma única vez que ele ficasse bem na fotografia nem de uma única medida que ele tivesse posto em prática que fosse alva de elogios. Muito pelo contrário, acho que as únicas medidas que ele tomou até hoje - que representam também o único pensamento que vive na cabeça dele - foi no sentido de destruir todas as coisas boas deixadas pelo seu antecessor. Vejam lá que a sua cisma por Barack Obama é de tal ordem que, na hora de responsabilizar alguém por algum negócio mal feito...ele só consegue lembrar-se do nome deste último, chegando ao ponto de acusá-lo de ser o autor de politicas falhadas realizadas por George W. Bush. Desta vez, para não fugir à miséria intelectual das suas atitudes anteriores, numa reunião recente entre membros do estado realizado na Casa branca sobre a reforma imigratória, lembrou-se de referir-se a Haiti, El Salvador e outras nações africanas, como "países de merda". Ficou desfeito o mistério, agora já se percebe a razão que o leva a odiar tanto o Obama. É por ele ser de raça negra. A expressão correcta utilizada foi "Shit Holes Countries", que em tradução portuguesa significa "países de merda" ou "buracos de merda". Obviamente que estas declarações caíram que nem uma bomba e foram prontamente condenadas pelo mundo inteiro, tendo sido talvez o maior erro cometido por Trump desde que foi eleito presidente. E de nada lhe serviu desmentir o sucedido através da sua conta no Twitter, como ele costuma fazer sempre que mete o pé na argola, porque um senador democrata (Durbin) que estava presente na reunião tratou logo de confirmar a veracidade desta afirmação. Quer-se dizer, andou toda a gente indignada com as camisolas da H&M porque, na publicidade que fizeram em alguns sites da marca, mostraram a fotografia de um miúdo de raça negra vestindo uma sweatshirt verde que dizia "coolest monkey of the jungle" (macaco mais fixe da selva), o que levou alguns pessoas desocupadas da vida a comprovar através de algumas teses de mestrado e mais alguns pareceres jurídicos de que havia ali um manifesto sintoma de racismo e aparece agora este pinguim dizer à boca podre: "Sou racista e nem sequer precisam de ser inteligentes para perceber isso"? Será que esse magnata estúpido não é capaz de perceber que tudo aquilo que ele diz enquanto estivar a liderar os destinos da América tem um efeito borboleta com claros reflexos mundiais? mas que julga ele que isto é afinal? Uma escola primária ou algum tipo de infantário? Nos últimos tempos tem crescido na sociedade americana o sentimento de que Donald Trump não tem as competências politicas necessárias para liderar a maior potência do mundo e há inclusive quem comece a suspeitar de que ele pode estar a sofrer de demência, o que eu concordo em absoluto. Ninguém sabe ao certo se aquilo que vem mencionado no livro "fire and fury: Inside the Trump White House", escrito por Michael Wolff, retrata com exactidão as verdadeiras intenções de Trump, quando afirma que ele nunca quis ser presidente e que só queria promover a marca "Trump", mas uma coisa é certa: Quando ele abandonar finalmente o poleiro, não só a marca "Trump" vai sofrer grandes danos em termos de imagem, como ainda por cima a América vai levar muitos anos senão mesmo décadas para recuperar o respeito perdido e o crédito internacional que este palerma inconsciente conseguiu destruir em meia dúzia de meses. Antes da chegada dele, nunca ninguém acharia ser possível o mundo inteiro gozar com a figura do presidente da América e virar costas à antiga "Casa Branca". Sim, não foi nenhum engano, disse "antiga" e posso perfeitamente explicar-vos a razão. É que antigamente chamavam-lhe a "Casa Branca", mas depois que o Donald Trump ganhou a presidência dos Estados Unidos e foi viver para lá, agora muita gente passou a chamar-lhe a "Cagadeira do Trump". E é bom que se saiba que de "merda" deve perceber este homem como ninguém, porque, porco e gordo como ele mostra ser, aposto que já conseguiu entupir todas as sanitas da Casa Branca, e felizmente que a merda ainda não consegue sair pela boca, porque se conseguisse sair e vivesse uns dias na Holanda , ele sozinho seria capaz de entupir todos os canais de Amesterdão...

Donald "Tramp" around the world...

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Donald Trump, capitalista mundano e presidente dos Estados Unidos da América. O único homem até hoje que conseguiu, à mesma hora e no mesmo discurso, acusar a imprensa de promover a divisão do país e dar voz aos racistas....para depois, poucos minutos mais tarde, afirmar que considera muito seriamente conceder um indulto ao Joe Arpaio, o polémico ex-xerife do condado de Maricopa (Arizona) que foi acusado de perseguir imigrantes latinos. Haverá alguém no mundo que seja capaz de compreender a dualidade de critérios e a "bipolaridade" racional deste homem? Se houver, deve estar a viver num hospício com toda a certeza...porque ninguém atura uma besta destas!

Enfim, são aquelas "Trumpalhadas" do costume...

Ahh maluco!!

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Ontem este Blog sofreu uma agitação fora do habitual. Sem que tenha conseguido ainda perceber as razões que levaram isso a acontecer, consegui bater o meu anterior recorde de visualizações diárias (675), estabelecendo um novo máximo a partir de hoje. Até benzi-me quando vi.

1322 Visitas num só dia!!

Não sei o que é que deu na cabeça desta gente. Sei que sou um homem muito lindo e uma figura mundialmente conhecida mas isso não explica tudo. Tinha que haver mais qualquer coisa. Após analisar os dados descobri que 90% destas visitas vieram dos Estados Unidos e que o tempo médio de visita rondou os 0,01 segundos, o que é fantástico, diga-se em abono da verdade, porque desta forma o tempo de permanência foi tão curto que ninguém pode dar-se ao atrevimento de falar mal do meu Blog. Quem não teve tempo de ver nada, também não pode falar mal daquilo que (não)viu, certo?
Eu sei que toda a gente gosta de dar umas "Trolitadas" e também sei que a mulher portuguesa tem reputação de ser muito fogosa e bonita, e talvez o nome do meu Blog esteja a fazer alguma confusão nos sites de pesquisa Americanos, já de si muito confusos desde que o Donald Trump tomou de assalto a presidência do país com a ajuda dos Russos. Não sei se foi esse o motivo mas se for...eles que arranjem um quarto e deixem o meu Blog em paz que isto não é nenhuma casa do putedo e nem sequer pode ser confundido com a casa dos segredos da TVI. Ora já agora...brincámos, não?

Os ricos sinais da pobreza...

A gente só se dá conta do quanto o nosso país é pobre....quando vê um tipo bem vestido - calções Franklin Marshall, polo Lacoste, óculos de sol Ray-Ban e chinelos de couro - sair com muito estilo do seu Mercedes Classe S e urinar contra o arbusto que estava plantado junto a uma das paredes laterais do Maxmat, sabendo que lá dentro havia uma casa de banho e do outro lado da rua (cerca de 6 metros) tinha um hipermercado Continente com casa de banho também. Está visto, hoje mais do que nunca, que o dinheiro continua a fazer crescer muita coisa na vida menos o tamanho do cérebro das pessoas que, em alguns casos, continua a ser do tamanho de uma noz. De que vale ser rico, e ter tudo ao seu alcance, se a mentalidade da pessoa continuar pobre como sempre foi?


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Não, o tipo não era o Donald Trump mas um dia pode vir a ser tão estúpido quanto ele...

Donald Trump, o falso demagogo...


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Se o arrependimento matasse, nesta altura, se calhar, pelo menos 59 milhões de americanos já estariam debaixo da terra. Este número representa nada mais nada menos do que o número de imbecis que no passado dia 8 de Novembro de 2016 decidiram votar no pato Donald (Trump) para ocupar a posição de presidente dos Estados Unidos da América. Primeiramente, devo dizer que compreendo perfeitamente  o que levou esse universo de pessoas a cometer uma tal asneira. Embora tenha sido num quadro particularmente diferente, em Portugal também já ocorreu uma situação parecida em Janeiro de 2007 quando, numa clara ação de protesto e alguma vingança pelo rumo político seguido nos últimos 30 anos, decidiram eleger António de Oliveira Salazar para melhor português de sempre no famoso concurso promovido pela RTP. Mas mesmo com motivações tão justificadas, qual seria o maior problema de votar num idiota chapado para um cargo de tamanha responsabilidade? O maior problema estava bem visível a todos. Era a possibilidade real desse idiota poder ganhar as eleições caso houvesse muita gente com a mesma linha de pensamento. E foi precisamente isso que aconteceu. No dia seguinte às eleições...os Estados Unidos acordaram todos para a triste realidade de que tinham acabado de eleger um mentecapto para comandar a maior nação do mundo, e se a vida parecia má nessa altura, com aquele imbecil no poleiro, ela estava em vias de tornar-se verdadeiramente massacrante. É muito bonito estarmos insatisfeitos e querermos que a nossa voz consiga chegar até as mais altas esferas para revelar a nossa mensagem de protesto, mas há certas coisas que, quando se tem oportunidade e mesmo apetecendo, nunca se deve brincar. Os americanos, confiantes, atrevidos, e arrogantes como sempre foram, decidiram brincar um bocadinho e com isso colocaram as mãos (cabeça, tronco e membros) no fogo. Em Portugal há uma expressão que por vezes gostamos de dizer que é: "Ajoelhou, agora vai ter que rezar". Assim, temos muita pena meus meninos...mas agora vocês também vão ter de se queimar.
Donald Trump representa o expoente máximo do que há de pior no capitalismo. Trata-se da mais fiel representação daquilo que consideramos o autêntico e verdadeiro "porco" capitalista. Aquele que é capaz de tudo fazer pelo dinheiro, nem que tenha de vender a sua alma ao diabo ou sacrificar a sua própria família. As suas motivações para concorrer à Presidência das EUA são claras como água e nem precisam de ser enumeradas. É apenas uma. Sua única motivação, é deixar de ser podre de rico para tornar-se podre de rico elevado até ao extremo do infinito. Quer lavar-se com dinheiro, limpar-se com dinheiro, nadar em dinheiro, amar o dinheiro, fazer sexo com o dinheiro, comer notas de 5 dólares e cagar notas de 100. Correu para a presidência dos EUA apenas com o objectivo de fazer crescer/alargar ainda mais o seu império, promover os seus negócios no mundo inteiro e os negócios dos seus familiares e/ou amigos com quem mantém uma estreita relação de interesses. Conseguem imaginar quantas empresas de construção civil esfregaram as suas mãos quando, em plena campanha eleitoral, ouviram aquela coisa dizer que mal fosse eleito presidente ia construir um muro na fronteira entre os EUA e o México? Conseguem imaginar quantas empresas de diversos ramos esfregaram as suas mãos quando ouviram aquela coisa dizer que mal fosse presidente ia pôr um fim ao "Obamacare", que, entre outras coisas, obrigava toda a empresa com mais de 50 empregados a pagar um plano de saúde para todos os funcionários com mais de 30 horas de trabalho semanais? Conseguem imaginar quantas empresas fabricantes/fornecedoras de armas e material balístico diverso  (aviões, navios, misseis, etc..) esfregaram as mãos quando ouviram aquela coisa dizer que mal fosse presidente ia dar um forte impulso às despesas militares (de 500 milhões para 1 bilião de dólares!),  aumentar em 90 mil os efetivos das forças armadas, criar uma marinha com 350 navios e ter mais 100 caças, e obrigar os países participantes da NATO a contribuir com os 2% do PIB (comprar armas) que todos definiram como cota mínima anual e ninguém cumpria (exceto os EUA que tinham interesse na matéria)? É preciso dizer-vos mais? Só nestas poucas questões que referi, conseguem também imaginar os contactos, o jogo de influências, as contribuições para o partido e as movimentações imediatas que houve nos "bastidores" para que o tipo fosse bem sucedido e pudesse sair vitorioso nas eleições? Toda a gente queria mamar à custa dele!
Agora, como seria de esperar, e já depois de ter assinado ainda há dias com a Arábia Saudita o maior contrato de vendas de armas da sua história (através do seu genro), Donal Trump, consciente de que o povo americano jamais lhe atribuirá um novo mandato de presidente nas mãos, decidiu-se por fim a rasgar o tratado de Paris com o intuito de cumprir os acordos-não-oficiais que deve ter assinado com as empresas produtoras de carvão - situadas em Estados como a Virgínia Ocidental, Ohio e Pensilvânia -  e talvez para aliviar também a pressão ambiental que estava a ser exercida sobre todas as empresas americanas em geral. É inegável que a saída da América dos acordos assinados em Paris representou um claro retrocesso para o progresso e o futuro da humanidade, mas para um tipo que todos os dias come e caga dólares, cheques, avenças  e coisas assim, a humanidade é um conceito que lhe faz imensa confusão na cabeça a não ser, claro, que a cabeça, sexo e os braços dos homens sirvam de cabides para ele pendurar os seus casacos de pele e a vagina das mulheres possam também servir de terminal multibanco para ele passar o seu cartão de crédito. Enfim, no sei como toda esta comédia, esta "Trumpalhada" irá terminar, mas sinto receio que através dele a América se coloque numa situação de descrédito tão grave e tão profunda a nível de influência, parcerias e reputação internacional, que, quando o tipo for finalmente corrido a pontapé da presidência, os americanos acordem para a triste realidade de que já nada representam para o mundo e que foram atirados para o fim da fila quando poucos anos anos iam sempre a frente e tinham uma posição prestigiada em qualquer domínio. Digo "receio" porque face às particularidades dessa nação, e à fluidez do seu temperamento, acredito que os americanos não irão aceitar muito bem essa situação e quando não há forma de recuperar o "atraso" perdido através do falso arrependimento e da falsa demagogia, pode muito bem lembrar-se de ameaçar o mundo com a força dos seus argumentos "nucleares". Sim. ouviram bem. Considero que num futuro próximo, mais do que a Rússia, a China ou até a Coreia do Norte, a América irá tornar-se na principal ameaça para a paz no mundo.