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Uma verdade irrefutável... :)))

Uns dos maiores pensamentos ouvidos até hoje....

  Resultado de imagem para Os homens mentiriam muito menos Se as mulheres não perguntassem tanto.


Os homens mentiriam (MUITO) menos se as mulheres fizessem menos perguntas...
(Nelson Rodrigues)

Já dizia o Tone...

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Para uma mentira ser segura
E atingir profundidade
Deve trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.

(António Aleixo, 1899-1949)

Pensamentos improdutivos do meu dia a dia...

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Guardar o pior de tudo é nunca ver o melhor de nada...
...ou achar que o melhor não tem nada.

(Francisco o Pensador)

Pensamento do dia....

Quando receamos o nosso futuro, viramos a cara à luta, evitamos o desconhecido, fugimos aos desafios e abrimos mão dos nossos sonhos...
Será por termos coragem de desistir...ou será por medo de fracassarmos?


Há mais pessoas que desistem, do que pessoas que fracassam!... Frase de Henry Ford.
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"Há mais pessoas que desistem, do que pessoas que fracassam"...(Henry Ford)

Gostei de ler...

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E quem diria que um dia iríamos sentir saudade da nossa infância, se o nosso maior desejo era crescer...
(Autor desconhecido)

Don´t Worry...Be Happy...

Foto de Francisco o Pensador
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Onde quer que a gente esteja, mesmo na dor ou na tristeza, há sempre uma surpresa por revelar, um mistério por desvendar, uma alegria para dar, um abraço para partilhar, um coração para amar e um sorriso para ti...

Os malefícios do sarcasmo...

"O meu maior defeito é ser por vezes tão sarcástico a ponto de levar as pessoas a acharem que são idiotas, e o defeito das pessoas é elas por vezes serem tão idiotas a ponto de levar-me a ser sarcástico." 

(Francisco o Pensador)

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Ps: Credo...esta foi mesmo profunda... :)

Pensamento do dia...

se-voce-e-neutro-em-situacoes-de-injustica-voce-escolhe-o-lado-do-opressor.jpg (480×624)


"Se você é neutro em situações de injustiçavocê escolhe o lado do opressor." (Desmond Tutu)

Lapalissadas idiotas...

Sabem o que significa estar 7 dias sem dizer nada?
Significa apenas que sou um idiota porque se ficasse calado mais um dia, amanhã já ia ficar a saber...

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Se eu me lembrei de dizer isto hoje foi porque senti a trémula necessidade de dizer alguma coisa mas, infelizmente, devido às minhas limitações evidentes, não ocorreu-me nada de mais inteligente para dizer...

Francisco...o "soberbo" Pensador..

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«..O maior mal do ser humano não é quando ele tenta parecer mais inteligente do que todos os outros à sua volta, mas sim quando ele consegue anulá-los e os faça parecer mais estúpidos do que são na realidade...»

(Francisco o Pensador)

Os mistérios do mundo...

"Tu que dizes conhecer o mundo porque afirmas não compreendê-lo?
Quem não sabe compreender o mundo, pode afirmar que o conhece?"

(Francisco o Pensador)

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A plagiar é que a gente se entende...

«...Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar...»

Quem foi que disse esta frase?

Teria sido o Esopo...?


Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar. (Esopo)


Ou então a Polliana dos Santos Soares...? 

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Ou ainda um tal de Carlos Bernardo González Pecotche...?

Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar. (Carlos Bernardo González Pecotche)


Não acredito! Voltaire? Será que foi?
Ninguem e tao grande que nao possa aprender nem tao pequeno que nao possa ensinar Voltaire

Ou será que foi um atrevido qualquer que quis plagiar o famoso Blaise Pascal, outro grande "Pensador" da nossa história?

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Felizmente, ou infelizmente, consoante a opinião de quem me julga, tenho a vantagem de ser um homem céptico em relação a quase tudo aquilo que surge à minha frente, o que me leva também a questionar tudo aquilo que vou conhecendo ao longo da minha vida. Antes de surgir a Internet entre nós e o mundo passar a dispor de uma informação mais globalizada, houve muita gente que foi celebrizada e gozou os créditos de autor de trabalhos que não tinham sido feitos por ela, mas sim por outras pessoas alguns séculos ou milénios antes dela. Há alguns séculos atrás quem era estudioso, ou melhor, quem tinha sorte de saber ler, tinha acesso a todo o tipo de obras literárias e outros manuscritos, podendo assim fortalecer um nível de conhecimento que estava negado à maioria dos mortais e isso permitiu-lhes também gozar de um prestigio que hoje se verifica ter sido comprovadamente imerecido. Eram os plagiadores de pensamentos. Fizeram no mundo das letras e da filosofia aquilo que o Tony Carreira lembrou-se de fazer actualmente no mundo da música portuguesa. Grandes senhores, doutores, doutissimos fulanos sicranos e beltranos de tal, enfim...aquela bosta do costume. Muita parra e pouca uva. Esta minha conversa tem apenas o propósito de dizer que não deve ter sido um mero acaso que fiz de mim o "Francisco o Pensador". Não porque a minha "intelectualidade" seja especialmente fascinante  mas sim porque tenho tanto de pensador quanto eles. É que, se uma simples frase - que pertenceu ao Esopo já agora (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) - teve o poder de fazer com que alguns amantes de obras filosóficas fossem imortalizados e aclamados pelo mundo inteiro como grandes pensadores da nossa história, isso só prova que, para além de mim, qualquer outro burro pode ser "Pensador". :)

(Isto sim...um pensamento tão grande quanto profundo!)

E para que não haja dúvidas sobre a assertividade daquilo que digo...aqui vai...




Gostei... :)

A inesperada contestação de que existe também Anónimos com bom pensamento...ou também a prova de que Augusto Branco tinha razão quando um certo dia disse: "Ninguém é tão ruim quanto pensa, nem tão bom quanto parece" e vice versa...


Frases imortais...

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.” 

(Ruy Barbosa)

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O homem renascido...

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Não, já não sou o mesmo homem...o mesmo Pensador. Há uns anos atrás um acontecimento inesperado mudou toda a minha forma de viver e fez-me ver quem eu (não)era de verdade. Foi em Outubro de 2013 que partilhei aqui para os meus amigos e leitores assíduos do Blog, aquele que foi seguramente um dos episódios mais marcantes que vivi até hoje na minha vida. Num texto de raro valor literário (tão raro que quase nem se vê), narrei-vos com muito amor, e algum sentido de humor à mistura, a angustia, a tristeza, o sofrimento e a crueldade de ter que viver fustigado por sucessivos e intermináveis ataques de pânico. Nessa altura relatei-vos os efeitos visíveis e as consequências dessa doença, mas nunca vos revelei qual tinha sido a origem desse problema nem aquilo que fiz para conseguir despistá-lo. Mas lá diz o velho ditado que mais vale tarde do que nunca e, assim, aqui estou eu para poder corrigir esse esquecimento. Saibam que para mim essa foi uma época muito dolorosa, de tal modo que ainda hoje entristece-me relembrá-la. Depois de ter sido obrigado a desistir do meu emprego e não haver em casa outro ganha-pão que não fosse o ordenado mínimo da minha mulher, eis que o meu tormentoso problema continuava resistente e sem qualquer sinal de fim à vista. Em termos de auto-estima, tinha batido autenticamente no fundo. Sentia-me uma peça a mais, um homem medíocre, dispensável, um desperdício, um alvo a abater em nome do bem estar da família. Os ataques de pânico, esses, continuavam e pareciam até aumentar de intensidade. Parecia-me que tinha chegado ao fim da linha. Que já não havia nada a fazer. Continuei a sentir crises, "flash's" na minha cabeça, palpitações do coração, batimentos cardíacos acelerados, tonturas, náuseas, vertigens, dores no peito, perda momentânea da visão (e audição), pernas trémulas e sem força, sensação de desmaio, fraqueza...e uma cómica passagem pelas urgências do Hospital em plena noite de passagem de ano. Mas após ter feito todos os exames que possam imaginar e ter corrido para toda a espécie de médicos que havia, eis que tenho por fim a sorte de ficar sem dinheiro para mais. Digo a sorte porque isso obrigou-me a reavaliar tudo aquilo que tinha feito até aquele momento e descobri que havia algo que, inexplicavelmente, ainda me faltava fazer. Faltava ir visitar o meu médico de família...
É verdade, estava tão aflito e tão desejoso que o problema se resolvesse, que me tinha esquecido do procedimento mais elementar. Talvez tenha sido fruto de alguma desconfiança nas capacidades dos profissionais de saúde que trabalham para o estado (os melhores preferem sempre o sector privado por ser melhor pago), mas tinha dado tanta importância ao meu problema e estava tão convencido de que se tratava de algo grave que não pensei duas vezes e corri logo para as mãos dos especialistas. Hoje apercebo-me que foi um erro estupidamente desnecessário. Se a minha primeira ideia tivesse sido recorrer ao meu médico de família, teria poupado uma fortuna. Mas também a culpa não tinha sido inteiramente minha, ela também foi fruto das circunstâncias. Devido a algumas reformas antecipadas e certas mudanças no sector da saúde, a verdade que eu nem sequer sabia quem era o meu novo médico de família. Mas fosse como fosse, era certo que estava na altura de o conhecer. Foi o que eu fiz. Depois de marcar uma consulta de rotina e esperar pacientemente por ela, eis que finalmente tive a oportunidade de falar com ela. Sim, era uma Doutora e tive a sorte de ela também ser especialista em Neurologia. Apresentei-me, falei-lhe um pouco sobre a minha vida actual e relatei-lhe toda a história médica que me tinha trazido até junto dela. Ela ouviu-me pacientemente, sem nunca interromper-me, e tomou apenas a palavra quando já tinha colocado os pratos todos limpos na mesa. Começou por perguntar-me se tinha sofrido algum tipo de episódio traumático durante a minha infância e/ou adolescência ou se tinha havido durante o meu percurso de vida alguma fase em que tenha sentido uma descarga muito anormal de ansiedade provocado por determinado problema que desejava ver resolvido. Confesso que a minha impressão inicial foi de um certo desanimo porque aquilo que menos precisava naquela hora era de alguém armado em psicanalista comigo. Calhou-me a neta do Freud pensei eu. Mas depois reflecti melhor e uma lembrança surgiu inesperadamente no meu horizonte. Algo que inicialmente pareceu-me uma parvoíce mas que afinal veio a revelar-se uma parte importante daquilo que foi a causa de tudo. Contei à minha médica que alguns anos antes (2 ou 3 sensivelmente) tinha deixado de fumar de um dia para o outro. Ela perguntou-me se eu fumava muito ao que eu respondi que sim, cerca de 2,5 a 3 maços por dia da marca SG GIGANTE. A doutora repreendeu-me imediatamente. Que foi você fazer, disse-me ela, deixar um vicio dessa ordem e dessa forma é de uma brutalidade imensurável para o seu corpo. Parece que tinha de fazer o desmame gradualmente e nunca fazer a asneira que tinha decidido fazer. O que fiz ao meu corpo foi o equivalente a um estado de alerta "DEFCON1" para os Estados Unidos, isto é, coloquei-o num estado de alerta constante pronto a ser atacado a qualquer momento por uma ameaça terrível. É como se estivéssemos a defender a nossa casa, com medo de sermos atacados e nunca conseguíssemos dormir. De nada me serviu tentar justificar-me  perante ela, argumentando que era um homem determinado, que corta sempre o mal pela raiz em vez de andar por ai aos solavancos, etc..etc.. Ela tinha toda a razão, a minha coragem conduziu-me a uma situação manifestamente prejudicial. De facto, quando tinha deixado de fumar, lembro-me de ter passado um annus horribilis de muita ansiedade, nervosismo e stress, com o objectivo muito determinado de conseguir vencer esse vício. O que nunca pensei na altura, é que o meu corpo pudesse manifestar toda essa descarga excessiva de ansiedade cerca de 2 a 3 anos depois. O corpo humano é uma coisa espantosa, quem conseguirá algum dia compreendê-lo na totalidade?. Por vezes até parece que tem uma vida própria, paralela à nossa. Como se eu tivesse uma alma e o meu corpo tivesse outra.
Mas de que me adiantava compreender a causa se não houvesse uma cura para tudo isso?. A médica contou-me então que a única cura existente para esse problema era a cura do nosso espírito e recomendou-me tomar um poderoso chá de vida. Que era tudo psicológico e, como tal, só podia corrigir essa falha fortalecendo a minha alma, a minha vontade de viver, a confiança no meu corpo e fazer subir a minha baixa auto-estima. Obviamente que regateei imediatamente. Era muito mais fácil falar do que fazer. Será que a médica julgava mesmo que nunca tinha tentado fazer isso antes? E os ataques, como conseguiria para-los quando eles surgissem? Será que só tinha de ficar quietinho no meu canto à espera que eles decidissem ir embora? Ao que ela me respondeu.....EXACTAMENTE.
Confesso que estava a espera de tudo menos daquele "exactamente". Mas, contudo, não podia negar que aquela pessoa era a única que estava a fornecer-me respostas imediatas e coerentes desde que o meu problema tinha surgido e, só por isso, tinha que lhe dar todo o meu crédito. O que ela disse em seguida foi o "clic" que eu precisava para iniciar a minha recuperação quase imediata. Sucintamente, descreveu-me todos os sintomas que tinha relatado mais alguns que me tinha esquecido de relatar e colocou-me uma questão muito importante. Perguntou-me se ao fim de cada ataque eu tinha morrido alguma vez. Mas é claro que não, eu estava ali ao pé dela ou será que não me via?!. Então, perguntou-me ela, se nunca morreu do que é que você tem medo afinal? Da mesma forma como vem, os seus ataques também não acabam sempre por ir embora?. Mas que raio de pergunta...tinha medo porque...porque...porque...porque...porque...PORRA!, por mais que pensasse, já não tinha qualquer resposta inteligente para isso.
E foi então nesse momento que me consciencializei definitivamente. Se era verdade que sentia a minha cabeça a rebentar, mais verdade ainda é que ela nunca chegou a arrebentar (Ora deixem-me ver...sim, está confirmado, ela continua por cá! um pouco acima dos meus ombros..). Quando sentia que estava a ficar sem ar e não conseguia respirar, passados alguns segundos o ar voltava sempre. Se perdia a visão, ela voltava segundos depois. Se sentia tonturas e vertigens, passado alguns minutos tudo isso estabilizava. Se sentia as pernas a ceder, ao fim de alguns minutos voltava a conseguir caminhar como se nada tivesse acontecido. Se sentia que estava a morrer...a verdade é que nunca tinha morrido. Por isso, sim, do que é que eu tinha medo afinal?. A médica sorriu e uma vez que já tinha ganho consciência do problema, recomendou-me apenas que ficasse quieto de cada vez que surgisse qualquer ataque de pânico e tentasse me acalmar até que o mesmo desaparecesse. Vai ver que gradualmente os seus ataques irão ser cada vez mais pequenos e menos intensos, até deixarem definitivamente de aparecer, disse-me ela. E foi o que aconteceu. Bendita seja a minha médica. Dava-lhe muitos beijos se não tivesse o receio de ela gostar e depois quisesse mais qualquer coisa. Nos dias que se seguiram cumpri integralmente as recomendações da minha médica e os efeitos foram drasticamente animadores. Quando surgia um ataque de pânico limitava-me apenas a ficar quieto e a permanecer o mais tranquilo possível até que o efeito maligno passasse porque no fim de contas...agora já sabia o que isto era e sabia que não podia fazer-me mal nenhum. Assim, os sintomas mais fortes duraram apenas mais alguns dias e depois deixaram literalmente de acontecer. Durante uns tempos senti apenas alguns efeitos mais leves e passageiros e depois deixei de sentir qualquer ataque. Tinha conseguido vencer mais uma grande batalha...

« O que não nos derruba, torna-nos mais fortes...» (Friedrich Nietzsche)


E em quê que mudei afinal? hahaha...desculpem mas isso será tema para um próximo post...

O respeito (des)conquistado...

Hoje aconteceu-me viver uma situação muito caricata no meu emprego que acabou por cimentar  a paupérrima opinião que muitas vezes nutro pela generalidade das pessoas, especialmente quando se trata de uma mulher inserida num contexto de trabalho. Para o leitor compreender melhor a situação, começo por dizer que ontem tinha sido um dia especialmente  mau. Certos elementos da minha equipa cometeram lapsos de trabalho imperdoáveis que afectaram a organização e a produção de várias pessoas, inclusive a minha, e obrigaram-nos a todos a fazer um esforço suplementar para resolver a situação. Trabalho no ramo da logística, numa empresa do sector alimentar, e digamos que o produto final produzido por essa empresa passa todo pelas minhas mãos, tornando-me especialmente responsável quando as coisas dão para o torto. Fiquei muito aborrecido porque a situação tinha sido resultado de uma falha muito infantil (protagonizada por gente muito "barbuda"). Alguém cometeu o lapso de imprimir etiquetas erradas e, das 5 pessoas que estavam mobilizadas para encaixotar o produto e colar a respectiva etiqueta nas caixas, não houve ninguém que conseguisse dar fé da asneira. O resultado foi que tivemos de desmanchar 6 paletes completas que já estavam prontas para ser expedidas e ter que refazer todo o trabalho. Hoje estava em vias de suceder a mesma asneira mas como eu ainda estava escaldado do dia anterior, consegui dar conta do erro antes dele acontecer e fui falar com a suposta "culpada" por esta situação. Chamei a pessoa à parte e pedi-lhe para ter mais atenção no futuro porque já era a 2ª vez e aqueles erros eram escusados de acontecer. Primeiro a rapariga amuou, o que não me espanta rigorosamente nada porque hoje em dia a juventude é quase toda assim - estão tão habituados a ter tudo dos pais que já não toleram nada -, mas ao fim de alguns minutos ela veio ter comigo e num tom um bocadinho arrogante acusou-me de ter sido demasiado duro com ela porque, supostamente, havia lá colegas considerados muito piores blá blá blá  e que eu só soube dar na cabeça dela. Olhei para o lado e vi 3 pessoas a presenciar todo este cinema. Respondi-lhe que se ela não gostava das minhas observações podia sempre expor o seu desagrado ao director geral ou ao nosso patrão e depois limitei-me a virar costas.
Tudo isto fez-me pensar no quanto o ser humano é estúpido. Confesso que por vezes aborrece-me tratar algumas pessoas com respeito quando a minha vontade era mandá-las à merda ou tratar alguém por Senhor quando a minha vontade era trata-lo de filho da mãe dele mas mesmo nesses momentos nunca deixo de ser educado porque tenho consciência que, embora possa considerar-me um homem livre, também faço parte de uma sociedade na qual existe um conjunto de regras, deveres e normas de conduta e a noção de respeito que devemos ter de uns pelos outros. Já pensaram o que seria do mundo se cada um de nós dissesse sempre tudo aquilo que lhe viesse do coração à boca sem medir as consequências? Estaríamos todos a fazer tijolo!
Acontece que, ao contrário dela, eu respeitei aquela rapariga. É verdade que tive de alerta-la para as suas falhas mas a minha função também assim o obriga, e pelo menos tive a decência de chama-la à parte e manter a nossa conversa em privado para que ela não se sentisse constrangida. Por mim o assunto morria ali e jamais alguém saberia da nossa conversa a não ser que ela tomasse a iniciativa de revela-la. E que foi ela fazer? Talvez com a intenção de marcar uma posição, fazer-se respeitar por ser mulher num mundo de homens, ou então para não ficar perante mim com uma imagem de otária, teve a brilhante ideia de fazer circo à frente de outras pessoas. Qual foi o resultado?! Se a conversa tivesse permanecido entre nós, a esta hora ainda estaria tudo bem e o assunto estaria claramente arrumado, mas como decidiu fazer o seu circo, agora todo o armazém soube que ela levou na cabeça....2 vezes no mesmo espaço de hora.
Francamente, será que havia mesmo necessidade de tudo isto acontecer? Será que esta gente acredita mesmo que é possível conquistar o respeito do mundo com orgulhos feridos, amuos e ares de gente insolente? É o que sempre digo:

"Há gente que tem tanto medo de fazer papel de idiota que acaba por fazer figura de urso!"



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Exemplo de uma mulher que valorizo muito porque é muito desenrascada e só pensa no trabalho....

Sempre que surgem novas notícias sobre a crise no Médio-Oriente...

Ocorre-me, frequentemente, ver a minha cabeça ser invadida por pensamentos como este...




“Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus”.

(Albert Einstein)

Fala quem percebe do assunto


Garry Kasparov, o homem que aos 22 anos se tornou o Campeão Mundial de Xadrez mais novo de todos os tempos e que durante os 20 anos que se seguiram foi o Campeão invicto da prova, sem nunca ter conhecido o gosto amargo da derrota, dissertou durante cerca de uma hora no Grande Auditório da Casa da Música do Porto , perante uma plateia muito entusiástica, na qual também faziam parte alguns dos empresários mais conceituados do país, e perante os quais o Garry nunca demonstrou ter dúvidas...

« O maior desafio de quem toma decisões não é ganhar, mas sim marcar a diferença »

Disse ele e muito bem...
Cá para mim o Belmiro de Azevedo deve ter ficado com as orelhas a arder..

Desabafos...

Mesmo que, à partida, elas possam te parecer todas boas....nunca esperes receber, apenas o melhor das pessoas...