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Paella de Frango

(Post em modo "repeat" retirado do blogue "As receitas do Pensador")

Já vos mostrei comida portuguesa, italiana e francesa, e porque não darmos agora uma pequena volta por terras de "nuestros hermanos"? Há um prato espanhol que me encanta particularmente. A Paella. Em casa, costumo fazê-la em 3 variações distintas. Uma vez é Paella de frango, outra é Paella de coelho e porco, e , por fim, a belíssima e maravilhosa Paella mista de marisco. Escusado será dizer que a escolha da Paella a fazer é sempre feita em função do apetite e dos dinheiros que entram cá por casa. Se estivermos mais "apertados" come-se frango, se estivermos mais "folgados" come-se marisco. O meu truque, e o de milhares de portugueses suponho, é ficar constantemente atento às promoções. Assim, quando vou ao Lidl, Minipreço, Continente ou Pingo Doce, por exemplo, e apanho uma promoção na secção do marisco, aproveito sempre a oportunidade para fazer a versão que mais aprecio. Mas porque sei que as probabilidades jogam sempre mais a favor de haver mais pobres do que ricos no mundo, para os visitantes do meu blog vou deixar aqui a versão que considero mais económica. Bendito seja o frango...e o dia em que o saldo da minha conta bancária tiver mais do que 3 dígitos do lado esquerdo da virgula!

Escusado será também dizer que tentar fazer uma Paella sem ter uma "Paellera", é como tentar fazer um jardim sem meter lá flores.

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Imagem da Net

Ingredientes para 4 Pessoas:

- 4 colheres (sopa) de azeite
- 1 frango médio cortado em pedaços pequenos
- 200 gramas de feijão verde
- 1 colher de chá de pimentão doce
- 1 lata de tomate pelado
- 1/2 colher (sopa) de açafrão das índias
- 4 chávenas (chá) de arroz
- Pimentão verde cortado em tiras finas
- Pimentão vermelho cortado em tiras finas
- Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Coloque o azeite numa "paellera" ou, caso não tenha, numa frigideira larga e funda e deixe aquecer um pouco. Junte os pedaços de frango, salpique-os com um bocadinho de sal e pimenta e frite-os por cerca de 30 minutos, mexendo de vez em quando para que possam fritar por igual.
Corte o feijão verde em pedaços de 3 a 4 cm e acrescente-os ao preparado de frango. Refogue tudo por mais 5 minutos. Entretanto triture a lata de tomate pelado com a varinha mágica e reserve de lado. Com a ajuda de uma espátula, coloque o preparado de feijão e frango para as bermas da paellera, abrindo um pequeno espaço no centro. Nesse espaço adicione o tomate triturado e o pimentão doce e deixe fritar mais 5 minutos sem envolver o frango. De seguida, envolva tudo e acrescente água até (quase) encher a paellera ou cobrir o frango. Cozinhe em fogo alto por 20 minutos, tendo o cuidado de colocar o açafrão e rectificar o sal a meio desse tempo.
Acrescente o arroz aos "punhados" (Cada punhado representa o equivalente a uma pessoa), dispersando-o na paellera em forma de cruz (2 na vertical e 2 na horizontal). Espalhe um pouco o arroz que tenha ficado à tona da água, espalhe uniformente as tiras de pimentão verde e vermelho e deixe cozinhar em fogo médio entre 10 a 15 minutos minutos.
Quando a água começar a secar, deixando "buraquinhos" na superfície do arroz, desligue o lume, tape tudo com folha de alumínio e deixe o arroz repousar cerca de 5 minutos para que possa recozer.

Et voilà, bon appetit!


Força Portugal!!!

Contas feitas, se analisarmos isto bem, a estreia de Portugal no Mundial de Futebol da Rússia 2018 nem foi assim tão má, considerando que o empate (3-3) alcançado pelas duas equipas deve ter sabido à vitória para os portugueses e à derrota para os espanhóis. Foi um jogo muito intenso, dinâmico e animado, onde a incerteza do resultado reinou desde o primeiro ao último minuto, mas sobretudo, foi um bom espectáculo de futebol. Foi visível que a equipa de nuestros hermanos estava mais bem preparada e é muito mais forte do que a nossa, mas falta-lhe uma peça chave...que é o nosso capitão Cristiano Ronaldo, o suspeito do costume (quem mais?), que acabou por assinar um hat-trick e conquistar também mais alguns recordes para a sua conta pessoal. Sim, foi um Portugal contra Espanha mas no final quem ganhou foi mais uma vez o Cristiano Ronaldo. Dizem que ele trazia na bagagem quatro objectivos para cumprir neste Mundial e bastou-lhe apenas um jogo para matar logo dois. Com os três golos que assinou, para além de ser o futebolista mais velho de sempre (33 anos) a fazer um hat trick num Mundial, o jogador madeirense, cinco vezes bola de ouro, acabou também por igualar o recorde de Pelé, Klose e Seeler, tornando-se o quarto futebolista a conseguir marcar em quatro fases finais seguidas de Campeonatos do Mundo, e ao perfazer o total de 84 golos pela nossa selecção, igualou igualmente o recorde do húngaro Ferenc Puskas que até esta noite era o melhor marcador de todos os tempos em selecções do continente europeu. Agora já só lhe falta 25 golos para conseguir igualar o iraniano Ali Daei e tornar-se o melhor goleador de sempre a nível internacional. Wuau! mas quem é que consegue parar este homem?
Quando, um pouco por toda a parte, já toda a gente vaticinava o final da sua carreira, é deveras impressionante como é que este miúdo consegue combater o desgaste físico provocado pela sua profissão, brinca com todas as leis da natureza e nunca pára de nos surpreender. Parece quase o nosso Vinho do Porto, quanto mais velho fica...melhor.


(Imagem daqui)

La justicia machista...

Imagem da Net

Primeiro a humanidade tomou contacto com o "Ménage a Um", por ser a técnica de relaxamento mais difundida no mundo inteiro e também comummente conhecida por "Prazer solitário" ou técnica do "Toca-o-bicho". Depois a Argentina deu a conhecer o "Ménage a Dois", porque seja nas pistas de dança, nas relações amorosas como em tudo o resto na vida sempre foram precisos dois para poder se dançar o Tango. Mais tarde a França sacudiu o mundo com o "Ménage a Três", porque uma vida por vezes ganha mais significado se receber um bocadinho mais de aventura, ousadia, atrevimento e uma pitada de frisson. Mais tarde ainda, foi a vez da América apresentar o seu "Ménage a Quatro", um conceito sexual poligâmico e poliglótico também conhecido por "Poliamor", ou sexo entre pelo menos dois casais, porque toda a palavra que leva o termo "Amor" no final não só corre menos riscos de ser censurável como parecerá também menos condenável. E agora, por fim, na Espanha, país inventor da punheta espanhola e candidato ao prémio Nobel do Forrobodó, ficamos a saber que quando uma manada de 5 jovens delinquentes se lembrar de violar uma mulher indefesa isso já não constitui um crime de violação punível com 20 anos de prisão. Não meus amigos, como agora somos uma sociedade mais informada e evoluída, isso agora passou a ser conhecido por "Ménage a Cinco"...e para alguns juízes muito respeitáveis e amigos da comunidade, também é facilmente confundido com técnicas de prazer e relaxamento...

Agora já percebo porque razão muitas Paellas já começaram a ser servidas com salsichas e o Gaspacho é feito com tomates inteiros bem maduros. Uns verdadeiros tarados estes espanhóis...

Tinha que ser!

Ora ai está a senhora Russia de Putin, campeã mundial da roubalheira, batota e corrupção. Ao pé dela, Portugal continua a não passar de um menino de coro embora ele tenha estado a melhorar e a evoluir a cada ano que passa no tenebroso mundo dos esquemas e das falcatruas escandalosas. Vejam-lá que de um orçamento inicialmente previsto para 2,6 mil milhões de Euros, destinados a realizar o seu mundial de futebol, ele agora já conseguiu chegar aos 10 mil milhões. Uma obra de arte, não acham? E achamos nós que temos grandes ladrões em Portugal? O Putin sozinho consegue metê-los a todos num bolso.

Esta tarde realizou-se o sorteio das selecções apuradas para o mundial de futebol afim de formar os 8 grupos correspondentes à 1ª fase do Campeonato do Mundo Russia 2018, e parece que Portugal apesar de ter sido cabeça de série do grupo B e ser o actual Campeão Europeu em titulo, acabou por levar com a fava que ninguém queria apanhar pelo caminho. Calhou-lhe Espanha do Lopetegui, o antigo treinador do FC Porto que só fez porcaria na equipa dos dragões mas que tem feito maravilhas na selecção de nuestros hermanos. Vamos ter direito a um Cuscuz marroquino e vamos conhecer também a equipa do Irão treinado pelo português Carlos Queirós.

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Não sei qual destas selecções parte como favorita à conquista do Mundial mas, se bem conheço a natureza dos russos e sua reconhecida aptidão para fazer aldrabices e mexer com o mundo das apostas, é natural que o vencedor venha a ser uma Russia em quem ninguém acredita e que viu recentemente o seu seu treinador ser demitido ou então ainda um pobre país coitado como Portugal...

Ora digam-me lá se isso não seria maravilhoso? :)

Mulher, religião e terrorismo...

E eis que surgiram novos atentados terroristas na Europa. E eis que morreram de novo pessoas inocentes à custa de um ideal religioso. Desta vez foram 15 mas podiam ter sido muitas mais. Dezenas, centenas ou milhentas mais. De todas as piores formas de morrer conhecidas no mundo...esta é seguramente a mais estúpida. Hoje fiz um pequeno momento de silêncio e pus-me a reflectir sobre o surgimento deste novo flagelo. Matar em nome de Deus...mas como é possível alguém acreditar numa ideia tão fantasiosa? Até parece que, se houvesse realmente algum "Deus" no mundo ele iria mesmo precisar da ajuda de seja quem for para dar uma lição aos homens. Obviamente que não sou religioso e louvo todos os dias a nossa mãe natureza por me ter criado assim, mas daquilo que pouco sei sobre o assunto, não pode ser considerado uma tremenda insolência alguém pensar sequer que "Deus" esteja a precisar a ajuda dele para resolver as coisas? Isso não é blasfemar a sua omnipotência? Nem pode ser interpretado como um acto de soberba e a vontade de alguém querer colocar-se ao mesmo nível do seu Deus? Como se também fosse uma espécie de Deus-homem na Terra?. Francamente, se "Deus" é criador de tudo o que existe e quisesse dar algum recado a alguém bastaria que ele estalasse os dedos para que tudo desaparecesse à sua volta. Por isso, é medonho as desculpas que o homem inventa só para matar pessoas de uma forma que não lhe faça doer a consciência. Algo que consiga camuflar a sua natureza assassina. Porque é só mesmo disso que se trata. De gente má e humanamente miserável que alimenta uma interminável sede de sangue e de vingança. Por detrás de todos estes crimes, há uma pronunciada e inegável fome de morte, mas como a religião islâmica não permitia este tipo de crimes e assustava-os desde sempre com a ameaça do "inferno" tiveram que reformular alguns conceitos e criar ideias novas. Desculpas novas. Sempre foi assim e sempre será assim com a religião. No passado tivemos as Cruzadas e a "Inquisição" do catolicismo que mataram milhões de pessoas e no presente temos o "DAESH" a semear o terror no mundo usando incorrectamente o poder da fé islâmica. E qual é a verdadeira razão? O dinheiro como sempre. Dinheiro, fortuna e Poder. É sabido que ninguém fica rico sem roubar, e se as grandes fortunas já estão nas mãos de famílias poderosas, a melhor forma de conseguir chegar até elas é promover uma guerra, seja qual for o seu teor. Para mim esta guerra "santa" está muito longe de ser apenas religiosa. As religiões nunca foram concebidas para ser um problema porque, em teoria, todas elas são bonitas e falam de paz e de amor entre os seres humanos. O verdadeiro problema reside nos homens e naquilo que são capazes de fazer quando ficam aborrecidos da vida e são cegos pela cobiça e pelo ódio. Porque há dois grupos de homens nesta equação cujo grau de culpabilidade é bem evidente e está devidamente pesado na balança. Há aqueles que alimentam a máquina do "ideal religioso" e enriquecem à custa dele e há aqueles que não são ninguém para o mundo. Aqueles que não são nada. São apenas carne para canhão. Bonecos e marionetas nas mãos de homens reconhecidamente astutos - "pensadores" ao serviço do mal - que sabem ver e reconhecer facilmente as fraquezas dos homens. Ninguém gosta de saber que a sua vida não tem significado, que não representa nada para o mundo, e porque sabem que não são ninguém querem dar algum sentido à sua existência sendo recordados como mártires. Porque nenhuma ideia consegue ser tão forte e perdurar tanto no tempo do que a ideia da "martirização". Para provar isso, basta ver o exemplo da crucificação de Jesus Cristo...


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Sempre que ouvimos notícias de atentados como aqueles que aconteceram recentemente na Catalunha, a maioria dos suspeitos entretanto revelados pelos meios de comunicação social parecem seguir todos o mesmo padrão. Não se trata de refugiados nem de indivíduos que conseguiram introduzir-se clandestinamente na Europa para realizar os seus atentados mas sim de miúdos adolescentes ou pré-adultos que tornaram-se marginais dentro da sociedade que os acolhe e que cresceram com a protecção e patrocínio da nossa democracia. São miúdos jovens e desocupados que não têm oportunidades de emprego devido à fraca imagem que vão semeando à volta deles e a certos preconceitos raciais que ainda subsistem na sociedade. São também miúdos de cabeça vazia, que não têm objectivos nem percebem nada sobre os valores da vida. Amantes de "RAP" pesado que incitam os jovens à desobediência e violência, e fieis consumidores de "charros" e outras drogas leves, tornaram-se dessa forma alvos perfeitos para os doutrinadores do ódio e da desgraça. A escola, a única que poderia salvá-los deste embuste, nunca conseguiu fazer nada por eles porque existem diferenças culturais ancestrais que estão demasiado enraizadas e são praticamente impossíveis de ultrapassar sobretudo se o sujeito estiver constantemente pressionado pela herança cultural da sua família, fazendo com que a aprendizagem do sujeito seja um processo inútil e extremamente penoso, como acontece muitas vezes também com o povo cigano aqui em Portugal. Sem oportunidades e sem perspectivas de futuro, e como passam também o santo dia sem fazer nada, acabam por ter demasiado tempo disponível para pensar em asneiras, ver porcarias e ouvir coisas que não devem. E como alguns gostam de fumar uns "charritos", algo que, se calhar, a família também não deve saber porque vai contra os preceitos da religião deles, acabam por cometer alguns pequenos ou grandes delitos para pagar o vicio e vêem-se também a braços com alguns problemas na justiça.

Mas tem mais! Para agravar este cenário, verifica-se também actualmente um confronto entre duas maneiras de agir e viver em sociedade totalmente opostas. A religião é um grande motivo mas existe outro muito menos visível mas que eu considero ser o mais importante. Parece-me incrível que os estudiosos e os grandes "pensadores" da nossa era não tenham reparado ainda na grande razão que está por detrás deste conflito: A mulher. Sim, vocês ouviram-me bem. Pode não parecer à partida mas as mulheres são talvez o maior motivo para o surgimento desta nova vaga de terror no mundo. Com efeito, é sabido que o papel da mulher nunca foi e continua a não ser visto da mesma forma nestes 4 cantos do planeta. Embora continue a haver uma fracção dentro do universo masculino que resista e combata essa vontade, ao longo dos anos a Europa tem aprendido a valorizá-la e tenta caminhar a passos mais ou menos largos no sentido de promover uma plena e justa igualdade de géneros. Mas há lugares no mundo onde, infelizmente, as mulheres continuam a ser desvalorizadas ou maltratadas, e há outros ainda, onde a sua vida vale até menos do que alguns animais domésticos. Ora, para quem vive num país laico como a França, onde a mulher é muito protegida e tem até mais direitos do que o homem, não é de admirar que as mulheres provenientes de outras culturas "aparentemente menos amigas da mulher" se sintam suficientemente confortáveis e protegidas para desafiar os velhos dogmas dos seus laços culturais, tentando fazer valer os seus direitos. É um reflexo evolutivo lógico, uma mudança de mentalidades que nenhum ser humano tem a capacidade de impedir, porque se assim não fosse, ainda hoje Portugal estaria a viver sob a influência do "Salazarismo". Mas que acontece se a parte "masculina" desta equação não quiser aceitar essa dita mudança e continuar a ser ensinada socialmente para a promulgação eterna dos seus velhos hábitos e costumes? Simples, vai acontecer o que está a suceder hoje. As mulheres querem evoluir, querem crescer e ser emancipadas, mas os homens não querem permitir essa evolução para não perder o seu "poder" sobre elas. Os homens querem continuar a dominar o planeta como sempre fizeram sem terem que se esforçar muito. Mas se a mulher está devidamente protegida pelas leis do país e ninguém consegue obrigá-la a recuar nas suas intenções, que pode o homem fazer para reclamar de novo o seu poder sobre ela? Não pode, é uma inevitabilidade impossível de combater em países laicos e democráticos porque está alicerçada sobre o maior valor da democracia; A liberdade do ser humano. Assim, quando o homem que foi ensinado a ser senhor de tudo dá-se conta de que, afinal, já não tem poder sobre nada, quando esse jovem ou pré-adulto percebe que a maioria das mulheres já não vivem para servir o homem nem se sentem dispostas a "vergar-se" perante a sua autoridade, ele fica irritado e acaba por entrar numa espécie de depressão anti-social. Fica confuso, revoltado, sozinho, fragilizado. E quando alguém se encontra fragilizado, e está carente de amor, de atenção e compreensão, basta surgir alguém no seu caminho que saiba dizer-lhe as palavras certas no momento certo, que jure compreendê-lo e estar incondicionalmente do seu lado, e esse alguém passa a ser um "Deus" para ele e poderá manipulá-lo da forma que quiser. Foi o que já se passou em França, foi o que se passou agora na Espanha e é o que vai se passar em muitos outros lugares daqui em diante. Desengane-se quem pensar que isto vai terminar um dia porque não vai. Para anular isto, tínhamos que fazer desaparecer a delinquência, a Internet e o fanatismo religioso no mundo e quem é que consegue fazer isso? É assustador dizê-lo...mas a nossa "Democracia", ao invés de criar um mundo mais cívico, de proteger os seus cidadãos, promover uma sociedade mais justa e garantir a liberdade dos homens, só tem estado a criar os seus futuros carrascos. O maior problema da Democracia é preocupar-se em garantir os direitos de toda a gente. Seja para aqueles que querem levar uma vida honesta, seja para todos aqueles que não prestam. E como se consegue garantir os direitos dos primeiros sem ferir a liberdade dos segundos? Esta é a grande questão que está a ser colocada ao mundo cívico e da sua resposta depende o futuro da Democracia. Não sei o que o futuro nos reserva mas seja o que for que vá acontecer daqui para a frente, só espero que esta saga de ataques terroristas não se torne também o pretexto que muita gente anseia receber para poder assassinar outras pessoas...de uma forma que também não lhe faça doer a consciência....

Ay mi madrezita que hoy yo muero de felicidad!***



Espera ai!
Será mesmo verdade?
Será que sonhei??
Foi mesmo o meu Portugalinho que acabou de espetar 4 secas à actual campeã do mundo????
Credo Muchacho!
Ma qué gusto me da verte jugar si bien!!

(*** Que é como quem diz: Nós, quando é a feijões ganhamos sempre...)