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Temos Pena, Mário...

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Em certos sectores de actividade (chamemos-lhe assim), há uma mulher que gosta de se movimentar pelos corredores mais doentios e sombrios da sociedade e que todo o homem conhece por "mulher furacão". Ganhou esse nome porque, quando começa a chupar, consegue levar a carteira, o carro, o barco, a casa, o recheio da conta bancária, enfim, acho que já perceberam...leva tudo o que houver para levar. Essa mulher é de fazer perder a cabeça e alguns homens acabam mesmo por perdê-la, mas não literalmente, felizmente (pelo menos que eu saiba). Que o diga o Mário Pena, o pinga-amor que ficou tão apaixonado por uma delas que acabou por ver os seus bens arrestados e levar com 9 anos de cadeia em cheio nas fuças (toma-lá um beijo amor!). O Pena ficou depenado, coitado, e eu fiquei sem pena nenhuma. Nunca irei perceber o que vai na cabeça de certa gente. Eu sei que o ego de certos homens é tão grande que não consegue caber dentro do Altice Arena, sobretudo quando eles têm uma carteira recheada e julgam-se os donos do mundo, mas dai até achar que aos 60 anos, apesar de ter um corpo acidentado em termos e peso e largura e não ter o charme do George Clooney, tinha predicados suficientes para seduzir uma coelhinha da Playboy que, na altura dos factos, tinha 20 e poucos anos...isso é mesmo obra. Arre que burro. E porque o amor deste contabilista de Famalicão pela stripper Lituana era mesmo grande (quase como daqui até à lua ou da lua até aqui), algo do tipo, amo as tuas nádegas, o teu bumbum, o teu triângulo das bermudas (isto se tiver pêlos, claro, porque se estiver rapado é apenas um pipi de bebé), as tuas melancias enormes e sumarentas, a tua pele doce e macia com sabor a nivea, etc, vai dai lembrou-se de desviar 1,5 milhões de euros dos seus clientes para sustentar os luxos que a amante exigia. Foi dinheiro, foi carros, foi viagens para destinos paradisíacos...minha nossa...o que é que um homem não é capaz de fazer para ter bom sexo (ou até mau, se não conhecer a diferença). No somatório dos crimes, a condenação chegava aos 60 anos, mas como Portugal sempre foi conhecido por ser um país campeão das promoções, reduziram a pena para 9 anos para que pudesse parecer uma pechincha. Agora já não há nada a fazer para a vida deste homem a não tentar reduzir ao máximo o tempo que vai passar no chilindró , enquanto a Erika, coitada, para além do ginásio e da clínica de tabagismo que conseguiu abrir em Gaia à custa do dinheiro do martelão, parece que está a viver à grande e à francesa algures em Miami, na América, onde agora é empresária de moda. Merecidamente, diga-se, porque pelos sacrifícios que ela teve que fazer, por meter um homem daqueles na cama, ela bem que merece ter um final feliz.

O sarilho do Carrilho...

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Já saiu a leitura do acórdão no Tribunal da Comarca de Lisboa mas acho que este caso está ainda muito longe de ficar totalmente resolvido, sobretudo atendendo aos últimos desenvolvimentos que entretanto surgiram e foram expostos na praça pública (acidente rodoviário) que acabam por favorecer os interesses de Manuel Carrilho já que parecem confirmar o problema de álcool que afecta negativamente a vida da Barbara Guimarães e que ela sempre se esforçou por negar em tribunal. Carrilho foi condenado a uma pena de quatro anos e seis meses de prisão com pena suspensa pelos crimes provados de agressão, injúrias, violência doméstica, difamação e denúncia caluniosa contra a ex-mulher. O tribunal condenou-o ainda a frequentar um programa de sensibilização contra a violência doméstica, ficando também proibido de contactar com a ex-mulher e aproximar-se da sua residência. Para terminar terá ainda que pagar 50 mil euros a Bárbara Guimarães e 15 mil euros ao seu ex-namorado Ernesto "Kiki" Neves, que também era assistente no processo. No final da leitura a juíza presidente do colectivo bem que tentou apelar ao arguido para "não persistir mais" neste processo, temendo talvez que a sua decisão não tivesse efeitos práticos caso o processo fosse reavaliado por uma nova instância devido aos desenvolvimentos já referidos anteriormente, mas Manuel Carrilho ignorou-a por completo e já fez saber pelo seu advogado de que iria recorrer desta sentença."É um facto que a minha mulher apresentava um alcoolismo elevado, comprovado pela polícia." declarou ele à saída do tribunal.
Dizem que esta sentença foi inédita por ter sido a primeira vez que um politico foi condenado à cadeia por violência doméstica mas eu não concordo de todo com essa afirmação. Sabemos bem que as penas de prisão suspensas servem apenas de incentivo para que o arguido meta o rabinho entre as pernas e pague as indemnizações, multas e outras despesas inerentes ao processo para não ter que ver o sol a nascer aos quadradinhos. É natural que para a condição financeira de Carrilho todos esses valores possam parecer meros trocos e a intenção do tribunal acaba por ser mesmo essa. Estabelecer valores que sejam substanciais mas que estejam perfeitamente ao alcance do arguido para que ele prefira desistir do processo e seguir a sua vida em frente do que perder mais anos de felicidade e arrastar esta questão por um tempo indefinido. Mas sou-vos franco, para mim inédito teria sido o Manuel Carrilho cumprir a sentença de prisão ou a Barbara Guimarães conseguir deixar o vicio do álcool. Assim lá vamos ter que ver esta novela arrastar-se mais alguns anos nas revistas do TV Mais ou da NOVA GENTE para poder alimentar a cusquice do povo e a fofoca das beatas nas mesas das pastelarias ou à saída da missa. O Manuel Carrilho pode ainda queixar-se de ter tido pouca sorte na escolha do juíza desembargadora Joana Ferrer Andrade para julgar o seu caso, porque se o mesmo tivesse sido julgado pelo digníssimo juiz Neto de Moura, o tal que não gosta de mulheres adulteras, não só teria sido inocentado com base numa lei qualquer do tempo da inquisição como ainda por cima era capaz de ganhar um louvor ou até mesmo um feriado com o nome dele.