Uma frase marcante para abrir o dia...

 

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TRUMP SOBRE ELEIÇÕES EUA: "É UMA FRAUDE. NÓS GANHÁMOS ESTA ELEIÇÃO"

Donald Trump reagiu aos primeiros resultados das eleições norte-americanas. Numa declaração aos eleitores, depois do fecho das urnas, o candidato Republicano disse que o Partido Republicano ganhou as eleições e falou numa "fraude para o público americano".

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Ora vejamos....Não sei quem irá vencer as eleições na América. Por mim pode ser tanto o Trump como o Biden porque ambos parecem ser dois morcões. Acho que o Partido Democrata quis fazer um favor ao Partido Democrata quando nomeou o Joe Biden para concorrer às eleições. Acho que, se calhar, quiseram equilibrar a balança e tornar essa disputa mais justa, colocando frente à frente dois candidatos quase similares. Um já provou ser um perfeito idiota enquanto que o outro só lhe falta dar provas disso. Ou então, como a figura de Trump era muito controversa, acharam ter visto ali uma oportunidade para pagar a divida de gratidão para um homem que deu imenso ao seu partido, mas que não tinha charme suficiente para candidatar-se à Casa Branca. Esta última ideia até faz mais sentido. Trump é um presidente tão mau, que qualquer burro que seja consegue tirar-lhe o lugar sem grande esforço. Poderia desenvolver mais este tema, mas não tenho nem tempo nem pachorra para isso. A mim tocou-me sobretudo uma frase marcante dita por Trump que abriu todos os sites de noticias desta manhã. E a única coisa que podemos deduzir dela é que, segundo o "Pato Donald", estas eleições são uma fraude para o público americano, já que, aparentemente, foram ganhas por ele....

Este tipo nunca mais aprende. De cada vez que abre a boca, provoca um terramoto que se estende desde a Washington até ao Monte Rushmore. É que, por mais rico que seja, há coisas que simplesmente nenhum dinheiro do mundo consegue comprar. Inteligência por exemplo...

Luís Filipe Vieira voltou aos treinos no Seixal...

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Terminadas as eleições no Benfica, que, é muito justo dizê-lo, teve o mérito de ganhar por grande margem, Luís Filipe Vieira parece agora completamente determinado em ver cumprir pelo menos uma das intermináveis promessas que ele já logrou fazer aos benfiquistas, a de tornar o Benfica novamente Tetracampeão e ganhar uma competição europeia nos próximos 4 anos que se avizinham (mas sem "bébés do Seixal" desta vez), antes de terminar aquele que afirma ser o seu último mandato à frente do clube das águias. Para o efeito, achou de todo apropriado equipar-se à jogador, com um calção e uma camisola do clube, e até mesmo as suas sapatilhas preferidas, para mostrar aos mais novos que os mais velhos, ao contrário do que se pensa, na área do desporto não servem apenas para mijar nos sapatos e podem perfeitamente fazer umas flexões, dobrar os joelhos, e levantar as pernas no ar, sem que o seu treinador pessoal tenha que levar com os seus peidos nas fuças. Sei que todo este esforço pode parecer à partida um bocadinho desapropriado, e senão mesmo inútil já que este senhor nunca na sua vida poderia entrar em campo para ajudar a equipa a ganhar jogos, logo, qual seria a utilidade destes treinos físicos? Mas convido os leitores deste blog a pensar um bocadinho fora da caixa e analisar esta situação num sentido bem mais prático. Com tantos processos que, presentemente, o Luís Filipe Vieira enfrenta na justiça portuguesa, por um questão de cautela, é natural e compreensivelmente conveniente que ele procure ficar em forma já que nunca se sabe a necessidade que poderá vir a ter um dia, de correr para fugir à polícia...

Que estranha maneira de voltar ao ativo...

 Estava agora a ver o jogo de futebol na TV entre o Marítimo e o Nacional e lembrei-me de partilhar um pormenor bastante intrigante e quiçá curioso com a minha secreta legião de fãs (tão secreta que até nem eu conheço) que, coitadinha, desespera silenciosamente pelo meu regresso ao ativo...


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Tem 20 anos, é português, joga na equipa insular como médio-centro, e há quem desconfie que ele seja filho bastardo do famoso cantor Tony Carreira.

Chama-se Pedro Pelágio mas os seus amigos e colegas de equipa preferem chamá-lo de P'lágio...

No 1º de Maio, o trabalho está sempre no caralho.

Ontem, ou melhor, anteontem, festejamos o 1º de Maio, também conhecido internacionalmente como o "Dia do Trabalhador". Mas, não obstante tudo aquilo que possa ter sido ou ainda seja dito a favor desse dia, para mim ele não passa de um embuste e continua a representar a maior contradição criada pelo homem em matéria de feriados. Nesse dia, acho que, por uma questão de bom senso, seria suposto vermos o mercado laboral trabalhar em força e cada empregado ver-se confrontado/desafiado a trabalhar 2 ou 3 vezes mais do que o habitual já que o termo "trabalhador" referencia sobretudo todo aquele que vive do seu trabalho, o que, em qualquer país europeu democrata como o nosso, excepto Portugal, também quer dizer que quanto mais trabalho produzirmos mais dinheiro teremos a possibilidade de ganhar. Mas em vez de podermos demonstrar de que raça trabalhadora somos (ou fomos) feitos, vejam só o que a lei nos convida a fazer. Disse convida? Obriga! Decreta um feriado para ficarmos todos em casa na pastelice, sem podermos fazer porra nenhuma sem ser esvaziar a dispensa ou as duas primeiras prateleiras de cima do frigorífico (onde por norma costumamos deixar as porcarias que mais fazem mal à saúde), para depois ficarmos alapados no sofá a ver filmes e séries na TV, excepto alguns sortudos de nós, que, na falta de melhores ideias, decidem fazer sexo tórrido e quase animalesco com a sua vizinha do lado esquerdo (para quebrar um pouco a rotina de não ser sempre o lado direito) enquanto a sua "chérie" vai se entretendo com as roupas e as limpezas da casa, mas não eu, podem ficar descansados, porque a única vizinha que tenho vive a 2 milhas de mim e tem um sorriso que faz quase lembrar um código de barras. Enfim, se algum dia alguém quiser trazer alguma justiça para este mundo, talvez no futuro este dia seja conhecido como o dia do mandrião, do gandaieiro, do malandro ou do calaceiro, mas dia do trabalhador é que não pode continuar a ser. Nunca, jamais na vida. E o pior é que todo este movimento de forças está a destruir a reputação de homens conceituados, íntegros, valiosos e verdadeiros trabalhadores como eu, que, para não parecermos fascistas nem trabalho-dependentes revoltados contra o sistema, somos forçados a não fazer a ponta de um corno o dia todo (e às vezes também à noite) só para demonstrar que estamos perfeitamente inseridos na sociedade.

25 de Abril e a liberdade que (dizem) ainda temos mas que já deve estar por um fio.

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Dizem que hoje é 25 de Abril e que, neste dia, em Portugal, se festeja o dia da liberdade. Dizem que hoje é feriado nacional e que, ainda que isso possa parecer-me um pouco extraordinário, algures no nosso pequeno território há quem ainda sinta a vontade genuína de celebrá-lo. Dizem que foi neste preciso dia que, num passado não assim tão distante, mais concretamente em 1974, o Movimento das Forças Armadas (MFA) pôs em marcha uma revolução militar que colocou um fim à ditadura Salazarista que já durava há mais de 40 anos. Dizem que foi uma revolução pacifica, que não originou nenhum derramamento de sangue e que esse factor foi determinante para que essa revolução ficasse conhecida como a "Revolução dos cravos". Dizem que a canção "E depois do adeus" cantada pelo Paulo de Carvalho, foi transmitida às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974 pelos Emissores Associados de Lisboa como forma de código/senha para que fosse dada a ordem para as tropas ficarem mobilizadas e preparadas para atacar mal fosse dado o sinal efectivo de ataque, que, por sua vez, chegou até elas através da canção "Grândola, vila morena" cantada pelo Zeca Afonso que seria transmitida à meia noite e vinte minutos e dezoito segundos do dia 25 de Abril de 1974 pela Rádio Renascença. Dizem que Otelo Saraiva de Carvalho foi o comandante operacional da revolução que liderou todas as operações à partir do quartel da Pontinha e dizem que Salgueiro Maia foi o capitão que liderou a coluna militar de tanques que marchou de Santarém para Lisboa. Dizem que na altura dos factos o Presidente do Conselho de Ministros do Estado Novo, que sucedeu a Salazar em 1968, era o Prof. Marcello Caetano e dizem também que ele nem sequer era má pessoa. Muitos, inclusive, dizem...que ele era um homem muito excepcional. Por fim, dizem que o presidente deposto refugiou-se no quartel do Carmo mas acabou por render-se logo no 1º dia e que os destinos da nossa nação foram entregues ao General António de Spínola - que não era tão excepcional - e que, por ser tão bom presidente, desistiu deste cargo nem passados 4 meses depois. Dizem que aconteceram todas essas coisas e mais algumas que não mencionei aqui, mas confesso que, a cada ano que passa, sinto cada vez mais dificuldades em relembrar-me de tudo isso, de tal modo este acontecimento histórico se vê coberto pela indiferença e pelo manto do esquecimento de toda a Nação Portuguesa. Não sei a quem pertence a maior fatia da culpa, se é das escolas e do seu modelo de ensinamento que a cada dia que passa revela cada vez mais a sua tremenda ineficácia, se é dos pais e da educação que não são capazes de dar em casa, se é da Assembleia da Republica e das leis que não são capazes de aprovar por falta de entendimento ou do Governo e das politicas sociais que não ousa colocar em prática por medo da agitação social que isso possa criar, apenas sei que por este caminhar qualquer dia as gerações mais novas ainda vão entoar, que nem as músicas de um trovador numa praceta, que o 25 de Abril foi executado pelo Salazar para derrubar o governo do Spínola. Na sondagem realizada pela Pitagórica, que o Jornal de Noticias (JN) publicou hoje, já se tornou possível perceber o quão desligada a sociedade já mostra ser sobre todos os contornos deste assunto e de todas as verdades que o esforço de Abril deixou-nos em forma de herança, por ter libertado uma nação inteira do seu sofrimento, a única verdade que perdura hoje é que...temos feriado e, feito bem as contas, já só isso nos importa.

Sobre a minha sogra...

Sempre me considerei um bom ouvinte, mas ainda assim, houve um tempo em que eu não tive paciência nenhuma para aturar ouvir a minha sogra. Era como se fossemos cão e gato um para o outro, eu estava num patamar demasiado avançado para ela, e ela ocupava um patamar demasiado baixo para mim. Mas como ninguém gosta de dar parte de fraco, sobretudo aqueles que vêem a sua fragilidade crescer à medida que a idade avança, por cada boa ideia que me vinha à cabeça a fim de melhorar as (fracas) condições da nossa casa, ela teimava sempre em ser a voz do "contra", e, após ver-me confrontado por tamanha resistência, acabávamos sempre por discordar de tudo e virar costas um ao outro em vez de fazer a nossa vida avançar. Houve um tempo em que cheguei mesmo a detestá-la a ponto de querer insultá-la. Era um verdadeiro absurdo. Não lhe desejava mal algum, porque isso também não sou capaz de desejar ao meu pior inimigo, mas de toda a vez que a minha vida ganhava a possibilidade de seguir em frente, tinha sempre aquela pessoa para obstruir o meu caminho e destruir todas as minhas pretensões de fazer seja o que for. O meu sogro já tinha falecido há anos, e eu, como novo "patriarca" da casa, queria melhorar algumas coisas para limpar o cheiro antigo e trazer um ar mais fresco para o nosso lar. Mas embora tivesse algum dinheiro para investir, ainda assim não era suficiente e havia a necessidade de recorrer ao Banco, e este, por sua vez, exigia-me determinadas garantias para que o empréstimo pudesse ser concedido. Mas como a minha sogra sempre teve medo de "modernices", e sentia-se de certo modo desprotegida, as minhas intenções acabavam sempre afogadas em águas de bacalhau e nunca tive a possibilidade de fazer nada. E era por isso que discutíamos muito, que nos maltratávamos mutuamente - ainda que nunca tivesse havido nenhum insulto pelo meio -, que ficávamos constantemente à defesa, e ao ataque, que não éramos capazes de confiar, de trocar sorrisos, de fazer "festa", que fazíamos por desprezar a presença um do outro sempre que estávamos sentados à mesa, e que éramos capazes de partilhar todo o tipo de sentimentos um pelo outro, menos amor e respeito. Muitas vezes era confrangedor, mas, nos limites da decência, e da tolerância, e com maior ou menor dificuldade, lá conseguimos respeitar o espaço destinado a cada um. Só que entretanto a minha sogra ficou gravemente doente, e, como resultado dessa sua doença, ficou debilitada e acamou poucos meses depois. Como nunca equacionamos a opção de metê-la num lar de 3ª idade, nem havia nas nossas famílias qualquer tipo de tradição nesse sentido, a minha mulher teve que deixar o seu emprego para cuidar dela e desde então temos sido nós a cuidar dos destinos da casa. Algumas coisas dentro dela melhoraram entretanto, como é óbvio, mas nunca na linha dos planos que estabeleci nem daquilo que desejava ter feito. O problema (ou a sorte) é que a nossa vida está sempre a mudar, a reformular-se, a reinventar-se, e ao mudar, as circunstâncias também mudam, trazendo com elas novas sinergias que teremos inevitavelmente que assimilar e irá exigir de nós uma necessária e adequada adaptação. Quando a (nossa) realidade ganha outra forma, mudam-se também todos os objectivos traçados até a data, e passamos a estabelecer novas prioridades. É o tipo de coisas que tanto serve para mim como para o resto do mundo. Quando o mal nos bate à porta tudo aquilo que até aqui parecia ser prioritário muitas vezes deixa de o ser e passa para um plano secundário. Mas a nossa grande prioridade essa nunca mudou. Foi (e será) sempre trabalhar no sentido de garantir o bem estar da nossa família. "Ohana significa família. E família significa que ninguém fica para trás ou é esquecido", dizia aquela menina do "Stitch" e muito bem. Em suma, e como já disse mais acima, houve um tempo em que cheguei a detestar a minha sogra até quase parecer absurdo. E já por isso, talvez se justifique o seu ar de espanto, de confusão, de incredulidade, e de silêncio...de cada vez que me vê pegar nela ao colo para deitá-la na cama ou levá-la à casa de banho, que me sento ao lado dela para cortar-lhe as unhas das mãos ou vê-me de joelhos para lavar-lhe os pés ou meter um creme hidratante nas suas pernas.

Há dias, enquanto lhe fazia um curativo com betadine por causa de uma unha encravada, senti que ela estava a observar-me. Percebi o seu olhar e não consegui disfarçar um sorriso. Não te preocupes, linda sogrinha, comigo estarás sempre segura. E não fiques assim tão confusa. Não foste a única e nem sequer a primeira pessoa a julgar que me conhecia quando na verdade...nada sabia sobre mim.

Uma verdade irrefutável... :)))

Uns dos maiores pensamentos ouvidos até hoje....

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Os homens mentiriam (MUITO) menos se as mulheres fizessem menos perguntas...
(Nelson Rodrigues)

Quer fazer um suquinho de laranja muito gostoso?



Mas que raio de pergunta, ó genti! pêras, obviamente!
E se fô um suquinho di pêra, tem qui usá melância, beleza?
(Ou banana grande, como tu...)
Laranjas é qui não, cara, sinão vai estragá tudo.
E não esqueça di metê sal, pimenta e malagueta no final, prá ficá mais gostosinho...

Bifes à Parmegiana

(Post em modo repeat do blogue "As receitas do Pensador")

Se há coisa que apreciamos bastante nesta casa é comida italiana. Mas há um prato que gostamos especialmente de comer, e que, apesar de parecer italiano, fiquei a saber com alguns tons de surpresa que ele é de origem Brasileira. São os famosos "Bifes à Parmegiana" ou "Filé à Parmegiana", e são uma verdadeira iguaria para os mais novos. Trata-se de um prato muito versátil que pode ser confeccionado com carne de Porco, Frango, Peru ou Vaca e que pode ser acompanhado por Massa "al dente", batata frita ou arroz branco. Gosto muito de confeccionar este prato e tornou-se, inclusive, a verdadeira especialidade da nossa "Maison". Quando os meus filhos convidam outros amigos para comer cá em casa, ficam logo eufóricos apenas por saberem qual irá ser o teor da ementa. Também pudera. Um prato que leva panadinhos de carne, molho de tomate, queijo derretido, e o cheirinho delicioso do orégão e manjericão fresco, mas qual é o miúdo que consegue resistir a tudo isso? Só se estiver doente e mesmo assim não sei. Se tivesse dinheiro para investir num TAKE AWAY, sei que este prato ia causar um tremendo impacto. Estou certo que faria o maior sucesso já que, com ele presente, seria muito fácil esquecer aqueles panados todos secos e queimados que habitualmente costumamos encontrar por lá. Por vezes, quando vejo certas coisas à venda em restaurantes, costumo pensar para mim. «Este pessoal só gosta de comer palha, mesmo». Assim, também não me admira nada que depois sejam tratados como burros...

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Ingredientes para 4 pessoas:

Para os panados:
- 4 Bifes da carne que mais gosta (Vaca, Porco, Peru ou Frango, mediante o gosto de cada um)
- Pão ralado q.b.
- 1 limão
- 2 Dentes de alho
- Farinha de trigo q.b.
- 2 Ovos batidos
- Sal e pimenta q.b.

Para o molho de tomate italiano:
- 1 lata grande de tomate pelado
- 1 Cebola
- 1 folha de louro
- 3 dentes de alho
- Azeite extra virgem
- Manjericão fresco ou Orégão
- Açúcar
- 1 colher de chá de cominhos
- Sal e pimenta q.b.

Para a decoração:
- Queijo Flamengo ou Mozarela, fatiado
- Queijo Flamengo ou Mozarela, ralado
- Algumas folhas de Manjericão fresco

Preparação:

Tempere a carne que escolheu com sal, pimenta a gosto, o alho picado, o sumo de limão espremido e deixe marinar por pelo menos 1 hora. Bata 2 ovos numa taça e reserve. Coloque a farinha de trigo num prato, o pão ralado noutro e verta os ovos batidos também dentro de um prato. Pegue em cada pedaço de carne e, um a um, siga a ordem seguinte: Primeiro passe por farinha - bata um pouco com as mãos para que a farinha penetre bem na carne -, depois passe pelo preparado de ovo e por fim passe pelo pão ralado. Pegue nos "panados" e frite-os em óleo a ferver mas sem deixar queimar. Reserve tudo dentro de um tabuleiro que depois possa ir ao forno.

Numa panela funda coloque a cebola cortada finamente, o alho laminado, e regue com 3 colheres de sopa de azeite. Triture o tomate pelado com uma varinha mágica e reserve. Em fogo médio deixe suar um bocadinho a cebola até ela ficar translúcida e depois junte o tomate triturado, o louro, os cominhos, sal, pimenta, 1 litro de água e uma colher de sopa de açúcar (para ajudar a retirar a acidez do tomate). Deixe cozer lentamente durante cerca de 1 hora e acrescente mais um pouco de água se o molho reduzir demasiado. Quando o molho estiver quase pronto, junte um punhado de manjericão fresco, corrija o sal, mexa e reserve.

Coloque uma fatia de queijo sobre cada panado (dentro do tabuleiro para ir ao forno), coloque uma quantidade generosa de molho por cima de cada um deles e polvilhe com queijo ralado. Coloque o tabuleiro no forno à temperatura de 220º e deixe gratinar cerca de 20 a 30 minutos até o queijo derreter e ficar com a cobertura com um aspecto mais "tostadinho", mas tendo o cuidado de não deixar queimar demasiado. Retire do forno, decore com umas folhas de Manjericão e pode servir.

Et voilà, bon appétit!